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Isabel dos Santos solta o verbo contra a atual gestão do Conselho da Sonangol

A empresária angolana e filha do Ex-Presidente da República, Isabel dos Santos, quebrou o silêncio de decidiu falar abertamente sobre as ‘acusações’ de que foi alvo no passado dia 28 de Fevereiro, durante a conferência de imprensa da Sonangol.

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“É o momento da verdade sobre a Sonangol”, começou por dizer a empresária que garantiu ainda que as alegadas acusações graves e caluniosas sobre a sua administração na Sonangol não vão ficar impunes, tendo chegado a dizer também que sem medos e de consciência tranquila, respondeu a todas as acusações que envolvem o seu nome.

“Foi com espanto que acompanhei as declarações proferidas na Conferência de Imprensa da Sonangol à 28 de Fevereiro 2018. Não posso deixar de demonstrar a minha total indignação com a forma como, sob o título de “Constatações/Factos” foram feitas acusações e insinuações graves, algumas das quais caluniosas, contra a minha honra e contra o trabalho sério, profissional e competente que a equipa do anterior Conselho de Administração desenvolveu ao longo de 18 meses”, disse inicialmente em seu comunicado tornado público neste domingo(04).

Isabel dos Santos afirmou ainda que tudo não passa de uma manobra para desviar as atenções do povo.

“Trata-se nada mais que um circo, uma encenação! Procurar buscar um bode expiatório, para esconder o passado negro da Sonangol, e escolher fazer acusações ao anterior Conselho de Administração! Ora, isto não passa de uma manobra de diversão, para enganar o povo sobre quem realmente afundou a Sonangol. E seguramente não foi este Conselho de Administração que presidi, e que durou 18 meses que levou a Sonangol a falência! O grau de agressividade e as campanhas difamatórias reproduzidas, e em perfeita coordenação com os órgãos de imprensa da oposição, e com as oficinas de manipulação das redes sociais, demonstram que há um verdadeiro nervosismo em alguns meios. Meios estes, com interesses financeiros, que durante anos aproveitaram e construíram fortunas ilegítimas a custa da Sonangol, e agora tudo fazem para que o escândalo da minha acusação difamatória, distraia a opinião pública de ver os verdadeiros responsáveis. Campanha generalizada e politizada contra mim, faz-me acreditar que estão de retorno os interesses das pessoas que enriqueceram de bilhões a custa da Sonangol. São estes, que hoje fomentam e agitam a opinião publica de forma a poder retomar os seus velhos hábitos. O problema da Sonangol não é, e nunca foi Isabel dos Santos, mas sim a irresponsabilidade da gestão, e das entidades que beneficiarão de contratos leoninos e ganharam milhões, e hoje esperam poder continuar a gozar e viver desta prevaricação”, lê-se ainda no comunicado.

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Isabel dos Santos , ex presidenta do Conselho da Sonangol rebate críticas

Isabel dos Santos refuta acusações da Sonangol

A gestão da “galinha dos ovos de ouro” a Sonangol, está sob fortes críticas

sonangol_sO consultor de empresas Galvão Branco considera que, pela sua gravidade, as declarações do presidente do conselho de administração da Sonangol, Carlos Saturnino, apelam “a uma intervenção dos órgãos judiciais especializados no tratamento” das denúncias.
Além disso, prosseguiu, instam a uma tomada de posição do principal accionista da petrolífera – o Estado -, por se tratar de uma empresa cuja estabilidade económica e financeira “incide significativamente sobre a soberania do país e a vida dos cidadãos”.
Galvão Branco falou mesmo na “responsabilização e tomada de medidas adequadas contra todos os que criam obstáculos para que os poderes públicos instituídos exerçam as melhores práticas de  monitorização e controlo da gestão na actividade corrente da Sonangol”.
Rui Malaquias considerou que uma auditoria para a certificação das contas de 2016 e confirmação dos resultados de 2017 “impõe-se”, uma vez que a nova administração “deparou-se com uma série de actos de gestão danosa”.
“Nada mais natural do que apurar e, consequentemente, criminalizar tais actos”, afirmou, acrescentando que “só com uma auditoria completa, a nova administração poderá ter plena noção da situação financeira e operacional da empresa, bem como da dimensão dos danos que a antiga administração causou ao grupo e ao próprio sector petrolífero angolano, com a inviabilização dos contratos das operadoras.
Sérgio Calundungo estima que, depois dessas revelações, os desafios já não se resumem às perspectivas de estratégia e visão de negócios pois, antes, é necessário esclarecer, “e muito bem, a divergência de dados sobre a situação da companhia entre a anterior e a actual gestão”.

Regularização do passivo 
Galvão Branco considera “adequado e correcto” que o Estado tenha decidido retirar dez mil milhões de dólares do passivo da Sonangol, posto que, enquanto accionista, deve adoptar todas as medidas necessárias para sanear o seu balanço, como ocorreu.
“A credibilidade externa da Sonangol, traduzida na sua solvabilidade, boas práticas de governação e parcerias justas e equitativas, são críticas para garantir o crescimento técnico e operacional e o acesso aos mercados financeiros internacionais para garantir a execução dos investimentos necessários”, sublinha. Rui Malaquias acrescenta que, ao retirar dez mil milhões de dólares do balanço da Sonangol, o Governo liberta a companhia, habilitando-a a obter, no mercado, financiamentos a menores taxas de juros e prazos mais alargados para o reembolso.
A empresa está, assim, em melhores condições para investir no sector petrolífero, de forma a aumentar a produção nacional e a arrecadação fiscal em moeda estrangeira, criando condições para investir nos restantes sectores produtivos à luz do processo de diversificação económica. Galvão Branco e Rui Malaquias também comentaram o projecto de edificação de refinarias, com o último a considerar que “poupar-se-ão dólares aos cofres do Estado, acabando com a importação de derivados e reduzindo as importações de forma geral”.
Galvão Branco propõe que se assegure “rapidamente a auto-suficiência nos derivados de petróleo, criar excedentes para a exportação e dinamizar a produção de adubos, fertilizantes e de matérias utilizadas pela indústria dos plásticos”, pela multiplicidade dos produtos gerados pelo investimento em petroquímica.
Mas, conclui Sérgio Calundungo, “não é prudente nem recomendável – pelo menos não me parece ser de interesse da maior parte da população – estarmos a falar de projectos e estratégias de futuro, sem que as instituições competentes apurem o que se passou e informem de maneira objectiva aos cidadãos, pois trata-se de uma empresa pública”.

Fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/sonangol_termina_este_mes_com_o_voo_houston_express_1

A Sonangol passa por uma auditoria importante e traz revelações bombásticas

Armando Estrela

A dívida líquida da Sonangol caiu para 4,894 bilhões de dólares em 2017, como resultado de um investimento feito pelo Estado, de dez bilhões de dólares, depois de em 2015 ter sido fixada em 13 bilhões e em 2016 em 9,8 bilhões de dólares.

Fotografia: Kindala Manuel | Edições Novembro

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol EP, Carlos Saturnino, informou ontem, em conferência de imprensa, que “não houve milagre nenhum feito pela Sonangol”, para diminuir o valor da dívida. Conforme explicou, “a dívida baixou porque o dono da empresa – o Estado – injetou dez mil milhões de dólares, que provocou o milagre da redução da dívida da Sonangol”.
Em termos concretos, metade dos dez bilhões de dólares foram usados para a liquidação antecipada de dívidas, quatro mil milhões para diversos pagamentos e outros investimentos e, como resultado de dados preliminares da auditoria em curso que está a ser feita pela KPMG, há a contabilizar a existência em caixa de 292 milhões de dólares.

Os indicadores de desempenho mostram que de 2015 a 2017 o volume de negócios da Sonangol cifrou-se no primeiro ano em 17 bilhões de dólares, com um lucro líquido de 346 milhões, em 2016 ficou em 14 bilhões de dólares, alcançando o valor mais baixo de lucro de sempre, de 80 milhões de dólares, e no ano passado os negócios rondaram 15 bilhões, com lucros provisórios de 224 milhões de dólares.
Os dados são ainda provisórios, porque a auditoria trabalha para certificar a contabilidade de 2016 e confirmar os resultados de 2017. Os resultados finais da Sonangol vão ser apresentados logo que termine a auditoria em curso, garantiu o PCA da empresa, ao admitir que as receitas rondam 18 bilhões de dólares.
Nos últimos três anos e face à quota fixada pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Angola exportou diariamente 1,673 bilhões de barris de petróleo. O que o país ganha com essas exportações é um segredo que pode ser achado nas diversas componentes de gestão e actividade da Sonangol.
Para Carlos Saturnino, o país ganha com a indústria petrolífera na parte de produção, que é pertença do Estado, com o investimento feito pela Sonangol, mediante o pagamento de impostos, ganha com a parte dos grupos empreiteiros, incluindo os lucros, ganha com taxas e contribuições e ganha com o emprego que gera para os angolanos.
Contas rápidas indicam que o país factura diariamente mais de 90 milhões de dólares, com um peso de 40 por cento para a Sonangol e outros agregados de custos. Por exemplo, em Janeiro deste ano foram feitos 18 carregamentos de petróleo, equivalentes a 16.755.273 barris, que permitiram a facturação de 1,158 mil milhões de dólares. Neste momento, a concessão que mais produz é o Bloco 17, gerido pela Total.

Sonangol Pesquisa & Produção
Porém, em termos gerais de produção, a Sonangol EP registou no seu grupo uma diminuição da produção, na ordem de dez  mil barris de petróleo por dia, pelo fraco desempenho ou mesmo pela paralisação de alguns blocos operados pela Sonangol Pesquisa & Produção.
Com essa evolução, a produção geral da Sonangol, incluindo os blocos não operados, oferece uma tendência de aumento, apesar dos resultados apresentarem uma ligeira diminuição. No final de 2016, a produção operada pela Sonangol Pesquisa & Produção no Bloco 305 foi de 35 mil barris de petróleo dia e em 2017 fechou com 25 mil barris, perdendo, em um ano, 10 mil barris de petróleo dia.
No Bloco 405, a Sonangol tirou até o final de 2016 cerca de oito mil barris de petróleo por dia e, em Dezembro do ano passado, contou por dia cinco mil barris, perdendo três mil barris num ano. Já no Bloco 305-A, a produção de 2016 estava em 2.500 barris de petróleo dia e até o final de 2017 não se verificou qualquer actividade, por problemas verificados nesse bloco petrolífero. Até o momento, o bloco continua sem produzir.
Relativamente ao gás, em 2016 foram verificadas muitas paragens na produção do Angola LNG. Porém, no ano passado foi verificado um forte incentivo na produção de refinados, na importação de refinados, na venda doméstica, uma vez que a planta de produção não teve interrupções, permitindo o carregamento dos diversos produ-
tos colocados normalmente no mercado.

  Angola reactiva dois campos de petróleo no Iraque

A Sonangol pretende reactivar as suas duas áreas de exploração de petróleo no Iraque, que produziam dez mil barris por dia e que tinham sido desactivadas devido aos constantes conflitos armados no Médio Oriente, que levaram o Estado Islâmico a beneficiar de alguma produção durante o tempo que ocupou a região.
A petrolífera angolana está a trabalhar para a reativação das operações petrolíferas, cujos campos contêm ramas pesadas e ácidas, visando rentabilizar o investimento da concessionária feito naquele país, disse Carlos Saturnino, presidente do Conselho de Administração da Sonangol.
Ao responder à pergunta da Angop na conferência de imprensa, que serviu para fazer a avaliação do estado da empresa, afirmou que as áreas de exploração ainda possuem uma reserva de cerca de um bilião de barris de petróleo, garantindo a possibilidade de recuperação do investimento a longo prazo.
“Acredito que com a definição estratégica que foi feita, vamos minimizar o investimento directo ou fluxo financeiro da Sonangol, pois o parceiro – a empresa Vertex – garante o investimento para o desenvolvimento e produção das duas áreas”, acrescentou.
O PCA da Sonangol afirmou que o Ministério dos Petróleos do Iraque impôs algumas regras, que fizeram com que a Sonangol negoceie só com empresas acreditadas pelo sector iraquiano, facto que tem atrasado a reactivação do projecto.
No âmbito da estratégia de internacionalização da em-presa, a Sonangol assinou, em 2010, acordos de adjudicação para explorar os campos petrolíferos de Najma e Qayara, no Iraque.

Roubo e contrabando geram
perdas de 200 mil dólares/dia

Perto de 200 mil dólares é o total de prejuízo que a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol E.P) soma todos os dias, como resultado do furto, desvio ou contrabando de combustível por parte das entidades transportadoras e gestoras, com o envolvimento de trabalhadores da Sonangol Distribuidora e Logística, além de outras entidades públicas e privadas da cadeia de distribuição, tornando esse elemento, hoje, numa das grandes preocupações da petrolífera angolana.
“Hoje há roubos, há desvios, há um contrabando um pouco generalizados pelo país, que tomou uma dimensão fora de comum, digamos, uma dimensão alarmante”, referiu o presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Carlos Saturnino, na sessão de perguntas e respostas com os jornalistas, realizada na sede da petrolífera, altura em que admitiu que “há roubo, desvio e contrabando grande” na distribuição de combustíveis.
Há bem pouco tempo, foram presas em Cabinda pessoas, por problemas acima referidos e esses actos têm sido verificados em outras províncias. Segundo Carlos Saturnino, há investigações em curso, com o envolvimento da Sonangol, para se identificar outros núcleos que desviam combustíveis. O mais certo é que há camiões que entram 10 numa estação térmica e, no mesmo momento, cinco saem e desaparecem sem deixar rasto.
O PCA da Sonangol assegurou que nessas operações há um forte envolvimento de algumas empresas que transportam, há envolvimento de trabalhadores da Sonangol Distribuidora, Logística e outras subsidiárias e de outras entidades que não fazem parte da Sonangol, assim como há um grande envolvimento de entidades ou pessoas ligadas aos utilizadores PRODEL e outros.
A nível das áreas fronteiriças o fenómeno se repete, pois, com regularidade, a Polícia Nacional e outros órgãos travam constantemente camiões a levar combustível para outros países. Além disso, há barcos que são surpreendidos a fazerem o transbordo de derivados de petróleo “e a dimensão hoje é impressionante”. “Portanto, o assunto é muito, mas muito importante, é gravíssimo, porque todo esse esforço que a gente faz para tirar divisas e comprar produtos refinados, vender aqui em kwanzas, para satisfazer a população, é corroído parcialmente por indivíduos de má-fé”, aferiu o PCA da Sonangol.

Estabilidade no combustível

Presentemente, a Sonangol garante que o mercado de combustíveis está neste momento estável. “Temos que reconhecer que há dificuldades, por causa das áreas onde os camiões têm de transitar, mas há uma estabilidade de combustível”.
No ano passado, o mercado angolano consumiu 4.454.693 toneladas métricas de combustíveis, dos quais 24,6 por cento foram produzidos pela Refinaria de Luanda. Para cobrir o défice, foram importados 3.278.761 toneladas métricas, correspondentes a 73,6 por cento do volume consumido. A redução dos volumes consumidos e importados, comparado aos anos anteriores, deve-se às dificuldades de acesso às divisas e à contracção da procura.
O mês de Dezembro de 2017 foi um dos períodos críticos em termos de distribuição de combustíveis, porque o Ministério da Energia e Águas solicitou uma maior intervenção da Sonangol, para satisfazer as necessidades de energia eléctrica que se fizeram sentir ao baixar o caudal do rio Kwanza, situação que interferiu na produção energética das barragens de Laúca e Capanda.
Nesse período, a Sonangol teve de gastar em algumas semanas 50 milhões e noutras 100 milhões de dólares para suprir a emergência registada no fornecimento e distribuição de combustíveis. “Em média, o país precisa de 250 milhões de dólares todos os meses, para fazer face às necessidades de refinados no mercado interno e para ter uma situação estável e sem crise”, sublinhou Carlos Saturnino.
Em termos de refinados, nos últimos três anos a Sonangol importou para consumo no mercado interno 5,040 milhões de toneladas métricas em 2015, 4,034 milhões de toneladas métricas em 2016 e 3,278 milhões de toneladas métricas em 2017. Para fazer face a todas as necessidades com refinados, a Sonangol gasta, por ano, no mínimo, 2,4 mil milhões de dólares.
“A Sonangol não tem comprado divisas para pagar os combustíveis. Tem usado recursos próprios, que podiam ser alocados para outras actividades, para outros investimentos”, frisou o PCA.

 Dívida fiscal e parafiscal soma 1,3 mil milhões

O Estado recebe mensalmente, da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol E.P), 40 milhões de dólares, no quadro da dívida que a petrolífera angolana tem, em matéria de impostos, fundos de pensões e outras obrigações fiscais e parafiscais, avaliada em 1,3 bilhões de dólares, disse o presidente do Conselho de Administração da empresa, Carlos Saturnino.
Carlos Saturnino anunciou ontem, em conferência de imprensa, o pagamento de todos os atrasados relacionados com impostos fiscais e tributários, como o IRT (Imposto sobre o Rendimento do Trabalho) e outras despesas com fundos de pensões e seguro dos trabalhadores da Sonangol.
A actual administração da petrolífera angolana, que tomou posse a 16 de Novembro do ano passado, encontrou a companhia com sérias debilidades de gestão. Carlos Saturnino disse que a anterior administração enveredou por práticas “não recomendáveis pelos manuais modernos de gestão, ao fazer contratos que beneficiavam as empresas e os membros do Conselho de Administração, gerando conflitos de interesses”.
Quando assumiu a Sonangol, o novo Conselho de Administração fez um diagnóstico do estado real da empresa e agora trabalha na reestruturação e no resgate da imagem da concessionária nacional junto dos parceiros internacionais. Para demonstrar a normalização da relação com os credores, Carlos Saturnino informou que as receitas totais arrecadadas em Janeiro de 2018 totalizam 1,158 milhões de dólares, dos quais 834,587 milhões serviram para o pagamento da dívida externa. Outro desafio a que se propôs a nova administração é melhorar a relação com as multinacionais que operam no país. Como resultado, foram já assinados acordos com a italiana ENI, no domínio da refinação, e com a francesa Total, para o desenvolvimento de campos petrolíferos em águas ultra-profundas, no Bloco 20.

Antiga administração defrauda petrolífera

O presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Carlos Saturnino, que tomou posse a 16 de Novembro do ano passado, disse que durante a vigência da anterior administração a empresa gastou 135 milhões de dólares em serviços de consultoria, algo que não é normal para os padrões e exigências da petrolífera.
Após reuniões realizadas com a Direcção de Recursos Humanos e com a Direcção de Auditoria da Sonangol E.P., foi identificada a existência de uma instância “SAP” isolada da Sonangol E.P., designada por “Mandante 100”, que foi criada em Outubro de 2016, que era essencialmente utilizada para processar ordenados e outras remunerações de membros do Conselho de Administração cessante e de outros colaboradores com cargos de direcção ou similares, sendo o processamento salarial calculado por uma equipa externa de consultores (Consultores ODKAS).
Segundo o Conselho de Administração da Sonangol, tais dados referem-se a 32 colaboradores, sendo oito colaboradores dos Órgãos Sociais, com um processamento de 145 meses de salário, equivalentes a uma remuneração bruta de cerca de 8,9 milhões de dólares e 24 colaboradores restantes, com um processamento de 162 meses de salário, com uma remuneração bruta de cerca de 4,2 milhões de dólares.
“Em linha com o Decreto Presidencial 16/17, de 02 de Fevereiro, não foi possível obter, até à data, evidência de despacho presidencial ou contrato-programa com a homologação ou aprovação dos valores referidos”, comunicou a nova administração da petrolífera.
Além disso, Carlos Saturnino informou que um dia antes da tomada de posse, na noite de 15 de Novembro, a nova administração apercebeu-se que o administrador responsável pelas Finanças, embora tivesse sido exonerado no dia 15, ordenou uma transferência no valor de 38 milhões de dólares para a Matter Business Solution, com sede no Dubai.
A carta dirigida ao Banco BIC português S.A. e assinada pela PCA cessante e pelo administrador para as Finanças cessante, a solicitar a referida transferência, foi enviada por e-mail, acompanhada de 55 facturas de prestação de serviços, tendo o receptor do e-mail enviado a resposta no mesmo dia com a informação “Transferências Executadas”.
De realçar que, das facturas enviadas, 36 foram emitidas no dia 2 de Novembro e as restantes 19 no dia 15 de Novembro do ano passado, isto é, após a exoneração.
Carlos Saturnino explicou que essa transferência foi feita por intermédio do banco BIC, que é um dos bancos preferenciais da Sonangol. “Acho que isso dispensa comentários. Não foi o único caso. No dia 17 de Novembro houve o pagamento de mais quatro facturas também. Ou seja, como é que pessoas que tinham sido exoneradas pelo Governo ainda faziam transferências? Não pode ser um acto de boa-fé de certeza absoluta”, comentou.

Consultoria custa
um Boeing 737 Max

A Sonangol gastou, entre Maio de 2016 e Novembro de 2017, cerca de 135 milhões de dólares com os serviços de consultoria, dinheiro suficiente para comprar um Boeing 737 de última geração, informou o presidente do Conselho de Administração da petrolífera, Carlos Saturnino.
O gestor considerou os valores “excessivos para os cofres da empresa” e que os mesmos “inviabilizaram a realização de projectos de investimento da concessionária”. Os dados fazem parte do diagnóstico preliminar da actual gestão, que assumiu os destinos da empresa em Novembro de 2017.
Esse estudo aponta que, além da “má gestão do antigo conselho de administração da Sonangol”, houve “conflitos de interesses com as empresas de consultoria, cujos accionistas faziam parte do Conselho de Administração da Sonangol”. Carlos Saturnino afirmou que, a nível dos recursos humanos, encontrou na empresa uma “situação caricata”.  “Além da directora dos Recursos Humanos (chefe de direcção), existiam duas directoras executivas também para a mesma área, com enquadramentos arbitrários na parte profissional e salarial”, denunciou.
O gestor exemplificou que o enquadramento salarial dessas pessoas era superior a qualquer membro da comissão executiva de especialidade da Sonangol e superior a dos membros do Conselho de Administração. Diante deste cenário, prosseguiu, continua a ser feita a auditoria interna para debelar várias irregularidades e resgatar a imagem da Sonangol junto dos parceiros internacionais.

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/dez_mil_milhoes_para_salvar_a_sonangol

O petróleo em São Tomé e Príncipe e a parceria com a Nigéria

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Patrice Trovoada.

São Tomé e Príncipe e Nigéria “reaproximam-se” na exploração-conjunta de petróleo

São-Tomé e Príncipe e  Nigéria  vão desencadear um “novo processo de aproximação e de trabalho” com vista a retomar acções para a exploração-conjunta de petróleo.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Patrice Trovoada, ao fazer o balanço da sua participação na Cimeira da União Africana, que decorreu em Abbis-Abeba (na Etiópia), onde manteve encontro com o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, com quem abordou a questão relativa à exploração-conjunta de petróleo entre os dois países.

Patrice Trovoada – citado pela Agência STPress – garantiu que vão “desencadear, agora, um novo processo de aproximação e de trabalho a nível ministerial, a nível técnico e também da zona de desenvolvimento-conjunto para ver se nós avançamos”.

Petrolífera francesa despediu 150 trabalhadores em Angola

A subsidiária da petrolífera francesa Total, a Total Exploração e Produção Angola, anunciou ontem uma redução de pessoal que inclui a dispensa de 150 trabalhadores angolanos que constituem 8,00 por cento da mão-de-obra da companhia.

Uma das quatro unidades flutuantes operadas pela Total
Fotografia: Francisco Bernardo | Edições Novembro

Em nota de imprensa, a petrolífera afirma que a decisão, em curso desde ontem, está relacionada com um processo de “reorganização interna” que “visa optimizar a actual estrutura” e é tomada quatro anos depois da queda do preço do petróleo, um período em que a Total declara ter cortado despesas em todos dos sectores de actividade, chegando mesmo a reduzir a folha de expatriados e contratados externos.
A inclusão de empregados angolanos no pacote da reorganização é devido ao “contexto actual de forte redução das actividades” da companhia, afirma a nota.
A Total indicou que o processo de dispensa dar-se-á com a oferta de uma proposta aos trabalhadores visados pela decisão, o que inclui um pacote de indemnizações “que reflectem as melhores práticas da indústria” e situadas “acima do exigido por Lei”.
Num desses desenvolvimentos, a companhia mantém os benefícios de saúde para os trabalhadores afectados durante um ano e a execução de um programa de reintegração no mercado laboral e empreendedorismo para os colaboradores interessados.
A nota de imprensa cita o director-geral da Total Exploração e Produção Angola a frisar que “foi levado a cabo um processo de reorganização rigoroso e estruturado, que deu prioridade aos colaboradores nacionais na nova organização”.
Laurent Maurel considera que, “face à redução de actividade que estamos a verificar, a revisão organizacional resultará numa estrutura mais eficiente e com a ‘angolanização’ reforçada, nomeadamente, com um incremento de quadros angolanos em cargos de chefia”.
O responsável sublinhou que o processo foi partilhado com as autoridades, parceiros e delegados dos trabalhadores, “para assegurar um alinhamento com as melhores práticas da indústria”.
A Total detém uma participão de 40 por cento no Bloco 17, com a Statoil (23,33), Esso Exploration Angola (20) e a BP Angola (16,67). O Grupo opera nesse Bloco com quatro FPSOs nas principais zonas de produção, Girassol, Dália, Pazflor e CLOV.

Shell, a petrolífera anglo-inglesa é acusada de tortura e violação dos direitos humanos na Nigéria

Calling on Shell to own up, pay up and clean up the Niger Delta, April 2012.

Organização Não Governamental de defesa dos direitos humanos apresenta relatório em que prova que a petrolífera anglo-inglesa incentivou o exército nigeriano a massacrar populações que protestavam contra a poluição provocada pela empresa.
Segundo a Amnistia, a campanha levada a cabo pelo regime militar da Nigéria para silenciar os protestos dos Ogonis contra a poluição causada pela Shell levou a “graves e generalizadas violações dos direitos humanos, constituindo muitas delas crimes”.

A Amnistia Internacional divulgou esta terça-feira o relatório “Uma iniciativa Criminosa – O envolvimento da Shell na violação de direitos humanos na Nigéria dos anos 1990”. No documento são apresentadas provas, baseadas em documentos internos e depoimentos de testemunhas, da “cumplicidade da Shell numa vaga de crimes atrozes cometidos pelo Governo militar nigeriano nos anos 1990”.

Segundo a Amnistia, a campanha levada a cabo pelo regime militar da Nigéria para silenciar os protestos dos Ogonis contra a poluição causada pela Shell levou a “graves e generalizadas violações dos direitos humanos, constituindo muitas delas crimes”.

“As provas que vimos mostram que a Shell repetidamente encorajou o exército nigeriano a arranjar uma solução para os protestos da comunidade, mesmo sabendo o horror a que isso conduziria – massacres ilegais, violações, tortura, o incêndio de aldeias”, declarou a diretora de Assuntos Globais desta ONG, Audrey Gaughran.

Segundo a responsável, “durante essa brutal ofensiva, a Shell até forneceu aos militares apoio material, incluindo transporte, e pelo menos num caso pagou a um comandante militar conhecido por violar os direitos humanos”.

“Que a empresa nunca tenha respondido por isso é escandaloso, é inquestionável que a Shell desempenhou um papel fundamental nos devastadores acontecimentos ocorridos em Ogoniland nos anos 1990 – mas agora acreditamos que há matéria para uma investigação criminal”, defendeu.

Coligir o enorme manancial de provas “foi o primeiro passo para levar a Shell a responder perante a justiça”, indicou Audrey Gaughran, acrescentando: “Agora, vamos preparar um processo criminal para apresentar junto das autoridades relevantes, com vista a uma acusação”.

A campanha do Governo nigeriano contra os Ogonis culminou na execução, há 22 anos, de nove homens, entre os quais Ken Saro-Wiwa, o escritor e ativista que liderou os protestos.

As execuções seguiram-se a julgamentos ostensivamente injustos e desencadearam a condenação e o repúdio internacionais.

A Shell sempre negou qualquer envolvimento nas violações de direitos humanos, mas nunca houve uma investigação sobre essas acusações.

Assim, agora a Amnistia apela para que sejam lançadas investigações nas três jurisdições relevantes: a Nigéria, onde os crimes ocorreram, e o Reino Unido e a Holanda, onde a Shell está sediada.

“Nas suas últimas palavras ao tribunal que o condenou, Ken Saro-Wiwa disse que a Shell teria o seu dia em tribunal. Nós estamos determinados em fazer com que isso aconteça”, frisou Audrey Gaughran, insistindo em que “tem de ser feita justiça, por Ken Saro-Wiwa e pelos milhares de outros cujas vidas foram arruinadas pela destruição de Ogoniland pela Shell”.

Fonte http://www.esquerda.net/artigo/shell-apoiou-tortura-e-violacao-dos-direitos-humanos-acusa-amnistia-internacional/52142

Amnistia denuncia a Shell por violações de direitos humanos na Nigéria

 Calling on Shell to own up, pay up and clean up the Niger Delta, April 2012.

A Amnistia Internacional instou hoje a Nigéria, o Reino Unido e a Holanda a investigarem o envolvimento da gigante petrolífera Shell em assassínios, violações e tortura cometidos pelo regime militar nigeriano na região de Ogoniland, na década de 1990.

 

Num relatório hoje divulgado, intitulado “Uma Iniciativa Criminosa – O envolvimento da Shell na violação de direitos humanos na Nigéria dos anos 1990” e assente em documentos internos da empresa anglo-holandesa, a Amnistia Internacional (AI) sustenta que essas e outras provas apontam para “a cumplicidade da Shell numa vaga de crimes atrozes cometidos pelo Governo militar nigeriano nos anos 1990”.

Amnesty International members and supporters take action on the International Day in Support of Victims of Torture

O relatório da organização não-governamental de defesa dos direitos humanos inclui não só uma análise sem precedentes de milhares de páginas de documentos internos da companhia petrolífera e de depoimentos de testemunhas, como o próprio arquivo da AI correspondente a esse período.

Segundo a Amnistia, a campanha levada a cabo pelo regime militar da Nigéria para silenciar os protestos dos Ogonis contra a poluição causada pela Shell levou a “graves e generalizadas violações dos direitos humanos, constituindo muitas delas crimes”.

“As provas que vimos mostram que a Shell repetidamente encorajou o exército nigeriano a arranjar uma solução para os protestos da comunidade, mesmo sabendo o horror a que isso conduziria – massacres ilegais, violações, tortura, o incêndio de aldeias”, declarou a directora de Assuntos Globais da AI, Audrey Gaughran.anistia_orig

Segundo a responsável, “durante essa brutal ofensiva, a Shell até forneceu aos militares apoio material, incluindo transporte, e pelo menos num caso pagou a um comandante militar conhecido por violar os direitos humanos”.

“Que a empresa nunca tenha respondido por isso é escandaloso, [porque] é inquestionável que a Shell desempenhou um papel fundamental nos devastadores acontecimentos ocorridos em Ogoniland nos anos 1990 – mas agora acreditamos que há matéria para uma investigação criminal”, defendeu.

Coligir o enorme manancial de provas “foi o primeiro passo para levar a Shell a responder perante a justiça”, indicou Audrey Gaughran, acrescentando: “Agora, vamos preparar um processo criminal para apresentar junto das autoridades relevantes, com vista a uma acusação”.

A campanha do Governo nigeriano contra os Ogonis culminou na execução, há 22 anos, de nove homens, entre os quais Ken Saro-Wiwa, o escritor e activista que liderou os protestos.

As execuções seguiram-se a julgamentos ostensivamente injustos e desencadearam a condenação e o repúdio internacionais.
A Shell sempre negou qualquer envolvimento nas violações de direitos humanos, mas nunca houve uma investigação sobre essas acusações.

Assim, agora a Amnistia apela para que sejam lançadas investigações nas três jurisdições relevantes: a Nigéria, onde os crimes ocorreram, e o Reino Unido e a Holanda, onde a Shell está sediada.

“Nas suas últimas palavras ao tribunal que o condenou, Ken Saro-Wiwa disse que a Shell teria o seu dia em tribunal. Nós estamos determinados em fazer com que isso aconteça”, frisou Audrey Gaughran, insistindo em que “tem de ser feita justiça, por Ken Saro-Wiwa e pelos milhares de outros cujas vidas foram arruinadas pela destruição de Ogoniland pela Shell”.

http://www.expressodasilhas.sapo.cv/mundo/item/55534-amnistia-insta-a-investigacao-de-papel-da-shell-em-crimes-cometidos-na-nigeria

Angola e Itália fazem acordo sobre recuperação de refinaria em Angola

 

primeiro ministro italiano

Os governos de Angola e da Itália concordaram em acelerar os mecanismos necessários para o reforço da cooperação bilateral em vários domínios e recomendaram que equipas técnicas se reúnam o mais depressa possível para a inventariação dos acordos e a criação de condições para a sua implementação. De acordo com o comunicado conjunto emitido por ocasião da visita oficial de dois dias a Angola do primeiro-ministro italiano, Paolo Gentiloni, os dois governos encorajam o estabelecimento de contactos entre as entidades públicas e privadas dos dois países.

No documento, o Governo italiano reitera o interesse no reforço da cooperação e em participar “activamente” na diversificação da economia angolana. As duas partes acordaram continuar o diálogo político regular a todos os níveis para o desenvolvimento das relações bilaterais. Durante a visita, Paolo Gentiloni visitou o Museu das Forças Armadas e o Memorial Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, onde depositou uma coroa de flores no sarcófago do Fundador da Nação angolana, Agostinho Neto.
No período da tarde visitou a sede da petrolífera ENI e manteve um encontro com a comunidade italiana residente em Angola.

Acordo em petróleo

A assinatura de dois acordos entre a Sonangol e a petrolífera italiana ENI marcou ontem um dos momentos altos da visita de 24 horas do primeiro-ministro da Itália, Paolo Gentiloni, a Angola.
O primeiro acordo prevê a recuperação da refinaria de Luanda para o aumento da produção de gasolina, melhoria da sua operacionalidade e a formação do pessoal angolano da equipa de refinação.
O presidente do conselho de administração da Sonangol, Carlos Saturnino, um dos subscritores dos acordos, testemunhados pelo Presidente João Lourenço e pelo primeiro-ministro Paolo Gentiloni, disse que os instrumentos rubricados com a ENI vão permitir investimentos importantes, com ênfase na Refinaria de Luanda e para o gás natural.
Em declarações à imprensa no final da cerimónia, Carlos Saturnino explicou que a cooperação entre as duas empresas vai permitir a exploração e desenvolvimento de gás natural, abastecimento à Angola LNG (empresa de produção de gás natural liquefeito), no Soyo (província do Zaire), cooperação para a refinaria do Lobito, continuação da cooperação para a exploração de petróleo bruto e gás em áreas existentes e áreas novas.
“A refinaria de Luanda, por exemplo, vai ficar auto-suficiente em gasolina, provavelmente cobriremos todas as necessidades de gasolina de Luanda e não só”, garantiu o gestor, que está à frente da Sonangol desde 16 de Novembro último.
O segundo acordo, rubricado pela parte italiana pelo administrador da ENI, Claudio Descalzi, prevê a transferência das operações do bloco em terra, denominado “Cabinda Norte”, para a petrolífera ENI. O presidente do conselho de administração da Sonangol, Carlos Saturnino, explicou que o referido bloco foi operado por um grupo e ficou parado alguns anos, e decidiu-se relançar as actividades depois de reapreciado o seu potencial.

Fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/mais_gasolina_da_refinaria

Refinarias de petróleo é a meta do novo governo angolano

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O Presidente da República, João Lourenço, defendeu nesta quinta-feira, 16, em Luanda, a implementação de uma estratégia para refinar internamente os derivados do petróleo.

A estratégia visa evitar que Angola dependa consideravelmente da importação de produtos refinados derivados do petróleo.

“Não tem lógica que Angola, como produtor de petróleo, e com altos níveis de produção, continue a viver quase que exclusivamente da importação de produtos refinados”, afirmou João Lourenço.

O Chefe de Estado considerou fundamental que a par da Refinaria de Luanda, cuja capacidade de refinação diária ronda os 44 mil barris, o país deve apostar na construção de outra, independentemente do investimento ser público ou privado.

As duas possibilidades devem ficar em aberto. O que pretendemos é que o país tenha mais refinarias, sublinhou o Presidente durante a cerimónia de empossamento do secretário de Estado dos Petróleos e do Conselho de Administração da Sonangol.

Em relação à concessionária nacional de combustíveis, Sonangol, reconheceu que continua a ser a “galinha dos ovos de ouro” da economia do país, daí que a sua administração vai exigir maior responsabilidade dos novos gestores.

“Devem cuidar bem dela”, afirmou o Presidente aos membros do Conselho de Administração da petrolífera nacional empossados nesta quinta-feira, 15.

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Eis a lista dos empossados:

Paulino Fernando de Carvalho Jerónimo – secretário de Estado dos Petróleos

Carlos Saturnino Guerra Sousa e Oliveira – Presidente do Conselho de Administração da Sonangol;

Sebastião Pai Querido Gaspar Martins – Administrador Executivo da Sonangol;
Luís Ferreira do Nascimento José Maria – Administrador Executivo da Sonangol;
Carlos Eduardo Ferraz de Carvalho Pinto – Administrador Executivo da Sonangol;
Rosário Fernando Isaac – Administrador Executivo da Sonangol;
Baltazar Agostinho Gonçalves Miguel – Administrador Executivo da Sonangol;
Alice Marisa Leão Sopas Pinto da Cruz – Administradora Executiva da Sonangol;
José Gime – Administrador Não Executivo da Sonangol;
André Lelo – Administrador Não Executivo da Sonangol.

 

http://www.governo.gov.ao/VerNoticia.aspx?id=33897

O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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