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Cabo Verde é o 18º país mais atrativo para investir em África

A-Montagem-fotos-de-rostos-cabo-verdianos-cabeçalho-a-abrir-a-peça-983x550-33n8z3aavgnwl126iei51c Cabo Verde é o 18.º país mais atrativo para os investidores em África, e o primeiro entre os lusófonos, segundo a edição deste ano do Programa de Atratividade do Investimento Estrangeiro, elaborado pela consultora EY.

Moçambique está na 22.ª posição, numa lista liderada por Marrocos, Quênia e África do Sul, e que até ao 25.º lugar não contempla mais nenhum país de língua oficial portuguesa, tendo Cabo Verde melhorado seis lugares face à classificação do ano passado, enquanto Moçambique piorou dois níveis.

“O sentimento dos investidores relativamente a África deve continuar menos animado nos próximos anos, o que tem a ver menos com as condições fundamentais de África do que com um mundo caracterizado pelo aumento da incerteza geopolítica e por uma maior aversão ao risco”, comentou o diretor executivo da EY Africa, Ajen Sita.

Os investidores que não estão presentes em África permanecem positivos sobre a atratividade para o investimento de longo prazo no continente, mas estão cautelosos e atentos às dificuldades”, acrescentou o responsável.

O estudo da EY baseia-se numa análise de 46 países africanos e assenta em seis pilares que são considerados fundamentais para os investidores escolherem a localização do seu investimento: resiliência macroeconómica, tamanho do mercado, facilidade nos negócios, investimento em infraestrutura e logística, diversificação económica e governança e desenvolvimento humano, com os primeiros dois a valerem 20% e os restantes 15% cada.

O maior investidor estrangeiro no continente em número de projetos continua a ser os Estados Unidos, com 91 novos investimentos, seguidos da França, com 81, e da China, com 66 projetos, o que representou um aumento de 106% face ao ano anterior.

Em termos do montante do investimento, a China é, de longe, a que investe mais, tendo canalizado no ano passado 36,1 mil milhões de dólares, o que vale mais de um terço do total investido no continente, e quase três vezes mais que o segundo maior investidor, os Emirados Árabes Unidos, que enviaram para o continente 11 mil milhões de dólares para 35 projetos.

http://www.dn.pt/lusa/interior/cabo-verde-e-o-18o-pais-mais-atrativo-para-investir-em-africa—consultora-7201925.html

O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.