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Diversidade Econômica

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Diversificação da economia em Angola para além da agricultura

 O processo da diversificação econômica em Angola não deve centrar-se apenas na agricultura,  um sector que, de acordo com as práticas internacionais, se desenvolve com o envolvimento da indústria, afirmou na terça-feira o professor da Faculdade de Economia da Universidade Metodista de Angola José Gonçalves.

Docentes universitários declaram que a diversificação deve estar baseada na complementariedade entre os sectores da agricultura e da indústria
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Em  entrevista concedida à imprensa à margem das jornadas técnico-científicas da Fundação Eduardo dos Santos (FESA) que decorrem de terça-feira até hoje, em Luanda, o professor afirmou que os dois sectores têm grande conexão, posto que se a produção não for vendida ainda fresca, pode sê-lo em forma conserva enlatada, completando o ciclo e acrescentando valor.
José Gonçalves realçou a importância de produzir para a exportação não tradicional, dando exemplo da recuperação do ferro e outros minérios na região sul do país, os quais passaram a incorporar valor e deixaram de ser vendidos em bruto.
“ Se aumentarmos as exportações das matérias-primas em bruto, vamos voltar à mesma situação de depender do mercado mundial para fixação dos preços, um domínio no qual não temos influencia suficiente”, sublinhou José Gonçalves.
José Gonçalves proferiu na terça-feira, durante as jornadas técnico-científicas da Fundação Eduardo dos Santos, uma palestra consagrada à “Crise do Mercado Petrolífero: Consequências para o Sector Energético e Abertura de Novas Janelas Económicas”.
O decano da Faculdade de Economia da Universidade Agostinho Neto, Redento Maia, considerou que o desafio da economia é o de determinar que sectores que estão em desigualdade e quais as áreas em que devem incidir os estímulos económicos para elevar a competitividade.

Desenvolvimento humano

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Numa intervenção sobre o “Modelo de Desenvolvimento Económico”, afirmou que Angola deve criar um modelo de desenvolvimento sustentável, centrado no homem angolano e no seu bem-estar e assente em princípios da modernidade e de abertura ao exterior, com a iniciativa privada como força motriz.
Redento Maia afirmou que o modelo deve ser capaz de instalar a estabilidade política e social, o desenvolvimento humano, a equidade na distribuição do rendimento nacional, a eliminação da fome e pobreza e uma sociedade justa.
Para alcançar estes objectivos, apontou o decano, o Estado deve criar um ambiente apropriado para o exercício da actividade económica, por meio da promoção da estabilidade e complementaridade estratégica entre o investimento público e privado.
A curadora da Fundação Eduardo dos Santos Teresa Cohen acrescentou, como outra prática mundial generalizada, que não há desenvolvimento sem investimento na educação, adiantando que, nesta fase, o problema de Angola deve ser a aposta na qualidade.
Na abertura das jornadas, o presidente da FESA, Ismael Diogo, declarou que Angola necessita de renovar as políticas para obter um ambiente macroeconómico mais sustentável, tendo em conta o actual momento económico que está a viver.
Ismael Diogo disse que Angola se vê obrigada a vencer as barreiras do desenvolvimento impostas pelas diferentes contingências,um desafio que exige do Estado e do Governo esforços para identificar e dar solução aos eventos, tendo como fim proporcionar a harmonia e bem-estar.
Enquanto as relação entre Angola e os outros países estiverem aliados apenas à exportação de matérias-primas (petróleo ou  outros bens primários) e para a satisfação das necessidades internas continuar a recorrer-se à importação de produtos acabados do exterior, perpetua-se a dependência quase infinita.
Neste contexto, frisou, os desafios do país face à actual ordem económico -financeira mundial passam por criar condições internas em termos económicos e políticos para uma integração regional (económica) eficaz. Mas antes de avançar para a integração regional, Ismael Diogo defende a necessidade de se criar condições em termos de infra-estruturas, tecnologia, conhecimento e formação de quadros, aspectos tidos como de capital importância para propiciar e alavancar a produção interna.
O gestor da FESA chamou a atenção para uma a abertura ao mercado externo para a exportação do excedente de produção, que deve ser acompanhada de investimentos em infra-estruturas, tecnologia, conhecimento, formação de quadros e maior acesso ao crédito.

 Autoridades da Chibia promovem um fórum de investimento
Um fórum 
empresarial denominado Chibia Investe é realizado amanhã naquele município da província da Huíla, para atrair investimentos para aquela localidade, noticiou a Angop.
O encontro é promovido pela Administração Municipal da Chibia e está inserido nas comemorações do 90º aniversário daquela aldeia, que é assinalado na segunda-feira e prevê o  debate de assuntos ligados às oportunidades de negócio e potencialidades económicas do município.
Falando à Angop, ontem, o chefe do Sector Econômico da Administração Municipal da Chibia, João Faria, informou que o encontro vai juntar 35 investidores, entre os quais gestores de diferentes instituições bancárias representadas na província da Huíla e empresários, bem como estudantes e representantes das autoridades institucionais da Chibia.
João Faria referiu que este é o primeiro evento do género a ser realizado na região e visa atrair investidores, no quadro do processo de diversificação da economia da região.
“Temos muitos sectores que precisam de investimentos no nosso município, como os sectores da agricultura, pecuária, aquicultura, rochas ornamentais, turismo e banca. Queremos mostrar isso aos potencias investidores”, disse o responsável, augurando que o encontro vá decorrer com sucesso.
Situado 42 quilômetros a sul do Lubango, o município da Chibia conta com uma população de 190.670 habitantes, que tem na agro-pecuária a sua principal fonte de sustento.

 

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/investimentos/diversificacao_da_economia_implica_a_adicao_de_valor_1

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Angola ainda enfrenta o difícil desafio da diversificação

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A agência de notação financeira Moody’s antecipa que a economia de Angola tenha sofrido uma recessão de 0,7% no ano passado e prevê que o crescimento neste e no próximo ano fique nos 2%.

“A Moody’s antecipa uma perspetiva de crescimento económico mais baixa, cujo PIB deverá crescer, em média, 2% em 2017 e 2018, o que é muito mais fraco que a média de crescimento de 4,5% entre 2010 e 2015”, escrevem os analistas da agência de ‘rating’.

Na explicação que acompanha a descida do ‘rating’ do país, anunciada na sexta-feira à noite, a Moody’s escreve que “apesar de Angola ter saído da recessão de 2016, quando o PIB encolheu 0,7%, a economia do país continua a ser negativamente afetada por vários fatores, incluindo a falta de liquidez de moeda externa e a elevada inflação, que erode o poder de compra”.

Na sexta-feira à noite, a Moody’s anunciou que desceu o ‘rating’ da dívida pública de Angola de B1 para B2, mantendo-a num nível de classificação especulativo, ou seja, ‘lixo’ ou ‘junk’, como é normalmente conhecido.

A descida no ‘rating’ da dívida soberana de Angola, acrescida de uma Perspetiva de Evolução que passa de Negativa para Estável, é acompanhada de uma previsão de elevada inflação, cortes no investimento público e um sistema bancário “fraco”.

“Angola ainda enfrenta o difícil desafio da diversificação”, escreve a agência de notação, ao justificar a descida de mais um nível no ‘rating’ da dívida soberana.

O endividamento público do país quase duplicou nos últimos quatro anos – para fazer face à quebra nas receitas com a exportação de petróleo -, persistindo as “pressões externas”, na forma de reduzida liquidez em divisas.

A isto acresce o declínio das reservas internacionais líquidas do país, acrescentam os analistas da Moody’s.

A decisão da Moody’s surge pouco mais de um mês depois de a Fitch ter decido manter o ‘rating’ de Angola em B (também abaixo do nível de recomendação de investimento) mas com uma Perspetiva de Evolução Negativa, o que sugere que se não houver uma alteração significativa, a avaliação da qualidade do crédito soberano angolano será também revisto em baixa no próximo ano e meio.

A Fitch também estima que Angola tenha estado em recessão de 1% no ano passado e prevê um crescimento económico de 1% este ano.

Na semana passada, o novo Presidente de Angola disse que o país tinha crescido 0,1% no ano passado, apesar de os números oficiais do Instituto Nacional de Estatística apontarem para uma recessão de 3,8% nos três primeiros trimestres do ano passado – que são os últimos números disponíveis.

 

Fonte: http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1515763.html

Brasil investe nas relações com a Nigéria na agricultura e na defesa

 

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O ministro das Relações Exteriores do Brasil Aloysio Nunes em visita de trabalho de dois dias , acompanhado de uma delegação de oito funcionários do mais alto nível realizou uma conversa com o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Nigéria, H.E. Sr. Geoffrey Onyeama.  Na conversa foram apresentados alguns projetos de trabalho: Projeto de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimento; Projeto de Acordo sobre Transferência de Prisioneiros; Projeto de Acordo de Cooperação sobre Desenvolvimento Agrícola no âmbito do Programa More Food International; Acordo de extradição entre dois países.abuja nigeria

Ficou também estabelecido a possibilidade de cooperação na área da defesa no estabelecimento de forças de paz. O Ministro brasileiro convidou seu homologo nigeriano para uma visita ao pais.

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O Ministro Aloysio Nunes mostrou-se preocupado com a queda de transações comerciais entre os dois países, que caiu de 12 bilhões de dólares ao ano para 2 bilhões. Entre as explicações estaria na queda do preço do petróleo, entre outros fatores. Ele disse que a parceria entre os dois países é única, acrescentando: “Nossa parceria é estratégica, pois não é apenas no comércio; É histórico e cultural. Temos cooperação em investimentos, acabamos de ter uma conferência de investidores nigerianos e brasileiros em Lagos, que visava aumentar a perspectiva de possibilidades de parceria e investimento no país. Alguns já começaram a produzir bons resultados “.

Onyeama disse que os dois países trabalhariam juntos para fortalecer suas relações bilaterais.

Ele disse que a Nigéria também estava buscando parcerias com o Brasil na área da agricultura, acrescentando que a Nigéria poderia aprender muito na área de pesquisa e produção de alimentos, que poderia ser feito através de vários programas administrados pelo Brasil.abuja nigeria1e.jpg

Além disso, ambos os Ministros dos Negócios Estrangeiros analisaram o nível de implementação do Mecanismo de Diálogo Estratégico entre a Nigéria e o Brasil, que é uma plataforma destinada a intensificar o envolvimento entre os dois países. O Diálogo Estratégico também é projetado para manter um diálogo de alto nível entre funcionários dos dois países e servir como um fórum para a implementação de iniciativas que abrangem agricultura e segurança alimentar, comércio e investimento, energia, educação, energia, petróleo e mineração.  abuja nigeria1f

“Sobre a cooperação agrícola, o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural da Nigéria e o Ministro das Relações Exteriores do Brasil trocaram pontos de vista sobre o Programa More Food International e compartilhando experiência na pecuária para aumentar a produção na Nigéria. Ambos os países também compartilharão experiências no Programa de Alimentação Escolar, Políticas de Intervenção Social e Luta contra a Corrupção, entre outras questões de interesse comum.

Continente africano”não pode hipotecar” desenvolvimento à indústria extrativa

18348818_303Presidente de Moçambique diz que África “não pode hipotecar” desenvolvimento à indústria extrativa O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, defendeu hoje que o continente africano não pode concentrar o seu desenvolvimento na indústria extrativa, considerando a diversificação da economia através de parcerias como condição basilar para o combate à pobreza. “África não pode continuar a hipotecar o seu crescimento e desenvolvimento econômicos a fontes limitadas de receitas que dependem exclusivamente das exportações dos recursos naturais de que dispõe na sua forma primária”, declarou o chefe de Estado moçambicano.

 

Filipe Nyusi lançou este apelo durante a Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África. Para Nyusi, concentrar a base económica dos países africanos nos recursos minerais é um risco devido à oscilação no mercado internacional, causada pela “dinâmica normal” da economia mundial.

Filipe Nyusi defendeu que a forma mais indicada para aproveitar os recursos é “promover uma cooperação para agregação de valor”, baseando-se na diversificação da economia. Neste processo, segundo o chefe de Estado moçambicano, o setor privado deverá assumir um papel preponderante no desenvolvimento de projetos de investimento, garantindo, ao mesmo tempo, desenvolvimento tecnológico e transferência do “know-how”.

“Uma opção infalível é a participação cada vez mais forte do setor privado, como um parceiro estratégico dos governos no impulso ao crescimento e desenvolvimento”, sustentou. O chefe de Estado moçambicano apontou ainda a manutenção da paz como uma condição para o desenvolvimento do continente, destacando, entre as prioridades de África, o “calar das armas” até 2020.

“Estamos comprometidos com a boa governação, com vista a construção do bem-estar dos nossos povos e o desenvolvimento de parcerias com outros povos, especialmente o Japão “, afirmou o Presidente moçambicano.

“O desenvolvimento de África não deve ser debatido nem conseguido se não tiver a cara da comunidade”, declarou Filipe Nyusi, observando que é necessário potenciar as comunidades, fazendo das zonas rurais uma base para o desenvolvimento.

O crescimento do continente, prosseguiu o chefe de Estado moçambicano, será possível com a transformação estrutural das relações econômicas tradicionais e dos modelos de produção. “A nossa grande expetativa, como africanos, é garantir que a interação política formalista e burocratizada seja reduzida e que mais esforços sejam concentrados na conclusão dos nossos projetos”, concluiu.

A Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África juntou em Maputo ministros africanos dos negócios estrangeiros e quadros nipônicos para debater os desafios do continente e possibilidades de cooperação.

http://www.dn.pt/lusa/interior/presidente-de-mocambique-diz-que-africa-nao-pode-hipotecar-desenvolvimento-a-industria-extrativa-8726520.html

Feira Internacional de Luanda voltada para a diversificação da economia

Feira Internacional de Luanda (FILDA) está de regresso e deve animar a Baía de Luanda até ao próximo domingo, com a atenção voltada para a diversificação da economia, a potenciação da produção nacional e o investimento privado, visando uma Angola auto-suficiente e exportadora.

Expositores nacionais e estrangeiros têm disponíveis ofertas transversais a todos os sectores da economia nacional
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Os 13 países participantes têm, nessa 33ª edição da FILDA, mais uma ocasião para estabelecer a presença no mercado angolano, consolidar as presenças já estabelecidas, assim como fortalecer ou selar novas parcerias e reforçar as relações comerciais entre os países participantes.
As indústrias petrolífera, automóvel e naval, alimentar e de bebidas, de materiais de construção e pequenas representações renascentes, apresentam-se, fora do sector da banca e finanças, como as maiores referências sobre aquilo que o mercado oferece, no contexto actual de crise e no âmbito das parcerias empresariais que são estabelecidas, dentro e fora de Angola, para melhorar os actuais indicadores económicos do país.
Angola, África do Sul, Alemanha, Argélia, Brasil, China, Cuba, Estados Unidos, Quénia, Portugal, Zâmbia, Uruguai e Suécia, mostram no evento aquilo que ainda é possível reforçar no campo dos negócios internacionais, incluindo no sector das telecomunicações e tecnologias de informação, comércio e hotelaria, prestação de serviços e turismo.
A FILDA 2017 conta com um total de 234 empresas expositoras, das quais 161 nacionais que actuam nas diversas áreas de actividade económica do país. Portugal continua a liderar a presença internacional, com um total de 23 empresas, seguido pela Alemanha, com quatro e pela China, Brasil e Argélia, com três empresas cada. Os demais países estão representados por apenas uma empresa.
Estimular a investigação e o empreendedorismo, como a capacidade de iniciativa e de expansão dos negócios, deve ser o moderno e contínuo trabalho que os gestores da Feira Internacional de Luanda devem assegurar, conforme aconselhou, na abertura da bolsa de negócios, o ministro e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Manuel da Cruz Neto. “Não adianta capacitar, dar acesso ao crédito, às tecnologias, ao conhecimento, diminuir a burocracia e a carga tributária e estimular o associativismo, se os produtores não têm mercados assegurados para os seus produtos ou serviços”, referiu Manuel da Cruz Neto, ao destacar a importância do desenvolvimento do mercado formal, sem o qual os esforços que o Executivo e os agentes económicos empreendem para fortalecer e incrementar a produção interna, ficam destituídos.
O Ministério da Economia, enquanto responsável pelo fomento empresarial, vai continuar a gizar esforços, identificando novas oportunidades de negócio e de realização de parcerias estratégicas entre o empresariado nacional e internacional.
A presidente do Conselho de Administração do Instituto de Fomento Empresarial (IFE), Dalva Ringote, garantiu que o Executivo pretende dar prioridade ao fomento, à promoção do desenvolvimento integrado e sustentável do empresariado nacional, criando uma economia mais forte e competitiva por via do aumento da produção interna e, com isso, reduzir gradualmente as importações. Dalva Ringote recordou que o Executivo está a implementar e a desenvolver um conjunto de projectos, quer no domínio das infra-estruturas quer da produção de bens e serviços, com vista à criação de um ambiente favorável de negócio.

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/investimentos/forte_presenca_na_filda_e_um_sinal_de_confianca

A 33.ª edição da Feira Internacional de Luanda

Cerca de 20 empresas portuguesas estão presentes na Feira Internacional de Luanda, que arranca hoje depois de no ano passado ter sido cancelada devido à crise motivada pelos baixos preços do petróleo e consequente quebra de receitas.

FILDA
FILDA

Só a participação portuguesa a cargo da Associação Empresarial de Portugal (AEP) junta 17 empresas, de setores como construção, agroalimentar, engenharia, metalomecânica e cerâmica, e que são habituais exportadoras para o mercado angolano.

“Mas para os restantes 12 a sua presença na FILDA será uma estreia”, informou à Lusa a AEP, que organiza a participação portuguesa naquela feira, com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA) e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).filda.jpg

A 33.ª edição da Feira Internacional de Luanda vai decorrer entre os dias 26 e 30 de julho, em plena marginal junto à baía da capital angolana, e as cerca de duas dezenas de empresas portugueses voltam a dar a Portugal, como nas feiras anteriores, o título de maior representatividade estrangeira, em busca de novas oportunidades de negócio.

Angola é o maior produtor de petróleo em África, mas enfrenta desde final de 2014 uma grave crise económica, financeira e cambial – que condiciona nomeadamente as importações – decorrente da quebra na cotação internacional do barril de crude.

“Angola é um importante parceiro comercial de Portugal, principalmente enquanto destino de exportação”, enfatiza a AEP, recordando que “embora nos últimos anos as exportações tenham registado um ligeiro decréscimo”, o saldo da balança comercial é “fortemente positivo para” Portugal, tendo superado os 2,2 mil milhões de euros em 2015.

Segundo Bruno Albernaz, presidente do conselho de administração da Eventos Arena, empresa promotora da 33.ª edição da FILDA e escolhida há pouco mais de um mês para a organização, cerca de 70% dos expositores representam empresas angolanas, havendo mais empresas de 10 países estrangeiros, num total de 225 expositores.

“É uma boa surpresa, para já para a conjuntura e para o momento que o país está a viver. É um número que nos surpreende e que nos enche de alguma forma de satisfação, pelo facto de termos trabalhado a realização deste evento em tão pouco e mesmo assim tivemos uma grande resposta, não só das empresas angolanas, mas também de alguns empresários estrangeiros”, sublinhou Bruno Albernaz, face à perspetiva inicial, de cerca de 200 empresas representadas.

Depois de sucessivos adiamentos, em 2016, a feira, a inaugurar hoje pelo vice-Presidente da República, Manuel Vicente, vai agora acontecer na Baía de Luanda, distribuída por cinco tendas, totalizando uma área útil de 12.000 metros quadrados de exposição e promoção de negócios em Angola.

A empresa Eventos Arena foi escolhida em junho para a organização pelo Ministério da Economia angolano, através do Instituto de Fomento Empresarial (IFE).

A comitiva portuguesa contará com 20 empresas, sendo por isso a mais representativa entre as estrangeiras, seguida de expositores do Brasil, Suécia, África do Sul, Zâmbia, Índia e mais de uma dezena de empresários chineses, que participam individualmente.

“Temos o comércio, a indústria nacional, banca e serviços, e as máquinas e equipamentos, são as mais representadas”, explicou Bruno Albernaz.

A feira já não será realizada no espaço onde em edições passadas, nos arredores do centro de Luanda, chegaram a estar presentes 1.000 expositores, distribuídos por uma área útil de 30.000 metros quadrados, e que está hoje em situação de abandono.

Esta edição terá como lema “Diversificar a economia e potenciar a produção nacional, visando uma Angola autossuficiente e exportadora”, mas desde logo terá uma área de exposição menor e menos expositores.

A edição de 2016 da FILDA, prevista para julho e adiada depois para novembro devido à crise em Angola, acabou por não se realizar naquele ano, face à reduzida inscrição de expositores, conforme anunciou a administração da Feira Internacional de Luanda.

http://filda.sapo.ao/noticias/artigo/cerca_de_20_empresas_portuguesas_na_inauguracao_da_maior_feira_de_angola-51699yyt.html

 

“Diversificar a Economia e Potenciar a Produção Nacional, Visando uma Angola Auto-Suficiente e Exportadora”

Madalena José |

26 de Julho, 2017

Depois de um ano de interrupção, a Feira Internacional de Luanda (FILDA) abre hoje, com 230 empresas expositoras, o que representa uma redução significativa de participação em relação à última edição realizada em 2015, com a participação de mais de 800 empresas.

Pelo menos 230 empresas expõem potencialidades na Feira Internacional de Luanda
Fotografia: José Soares | Edições Novembro

A organização garante que as empresas nacionais mantêm o ritmo de liderança dos últimos três anos.
Nesta sua 33.ª edição o evento decorre numa área de 16 mil metros implantados  em quatro pavilhões, com o predomínio das empresas nacionais .
A decorrer, pela primeira vez, na Baía de Luanda sob o lema “Diversificar a Economia e Potenciar a Produção Nacional, Visando uma Angola Auto-Suficiente e Exportadora”, até à tarde de ontem a montagem dos espaços estava concluída, albergando todos os expositores em \”stands\” próprios e \”stands\”-tipo Filda. A 32.ª edição da Feira Internacional de Luanda-2015, realizada sob o lema “Dinamismo, criativo, conferência, na produção nacional, um pressuposto, para diversificação e industrialização da economia angolana e um desafio para a juventude empreendedora”, realizou-se numa área de 50 mil metros quadrados nas instalações do Cazenga.
A FILDA 2015 resultou num volume de negócios estimado em 11 milhões de dólares apresentando-se como desfecho de cinco dias de contactos comerciais entre decisores, fornecedores, gestores e financiadores.
Na 31.ª edição da Feira Internacional de Luanda, que decorreu de 22 a 27 de Julho de 2014, participaram 475 empresários nacionais.
Tal como nos três últimos anos, o evento constituiu um instrumento de promoção e captação de investimentos para o país e de divulgação para o exterior do ambiente macroeconómico que se regista, disse Coutinho. A presidente do conselho de administração do Instituto de Fomento Empresarial, Dalva Ringote, confirmou ontem ao Jornal de Angola que os  expositores estrangeiros, vindos de 25 países,  já se encontravam todos no país. Trata-se de Portugal, Brasil, Suécia, África do Sul, Zâmbia, Índia, China, só para citar os sete maiores investidores no país.
O Jornal de Angola foi ao terreno e encontrou um frenesim dentro do recinto. Homens e máquinas circulavam de um lado para outro, todos querendo terminar a montagem dos \”stands\” antes da inauguração. Para acolher a edição de 2017 no novo espaço, desta vez à beira-mar, foram construídas várias infra-estruturas, entre as quais seis pavilhões, nomeadamente o de Angola, dos Sectores, dos Petróleos, o Pavilhão Internacional, Exposição Exterior, Praça da Alimentação  e salas de Conferências .No Pavilhão Internacional estão presentes 11 países, com destaque para Portugal e o Brasil, com maior número de empresas representadas com 20 e dez empresas respectivamente.
A representação portuguesa nesta edição é organizada pela Associação Empresarial de Portugal e pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), enquanto a brasileira é coordenada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil).
A Feira é organizada por diferentes entidades gestoras, como a Eventos Arena que é a promotora, com a gestão direta do Governo de Angola, através do Ministério da Economia. “Reforçar a atratividade de Angola no panorama mundial, estimular as parcerias e sinergias entre os empresários nacionais e internacionais e ativamente contribuir para uma Angola auto-suficiente e exportadora é o objectivo da organização”, referiu a PCA do Instituto de Fomento Empresarial.

Produtos e marcas
O evento vai lançar  vários produtos e  marcas. Tal é o caso   da Siemens que prevê o lançamento da campanha “Ingenuity For Life”, centrada nas três áreas fundamentais em que a Siemens actua em Angola, o  Oil & Gas, a Energia e a Indústria.
“Aproveitamos o momento para lançar a campanha de publicidade internacional com enfoque no mercado angolano”, diz Joana Garoupa, directora de comunicação da Siemens Angola, sublinhando “a importância de espelhar nesta iniciativa de comunicação, o que de melhor se faz em Angola”.
A UNITEL vai lançar a App Unitel, um serviço inovador da operadora, e promove o “Club da Criança Unitel”,  um espaço com actividades dedicadas às crianças dos três aos 14 anos e uma sessão de cinema ao ar livre.
Já o Banco Keve aposta na continuidade da estratégia definida pelo seu conselho de administração, que passa por garantir uma proximidade cada vez maior com os normais e potenciais clientes, dando a conhecer os seus produtos e serviços.
O Banco Keve, com mais de 13 anos de experiência de banca no mercado nacional, privilegia uma grande aproximação aos seus mais de 155 mil clientes, satisfazendo as suas necessidades no domínio das operações e prestação de serviços bancários.
Com  término previsto para o próximo domingo, 30 de Julho, a 33.ª edição da Feira Internacional de Luanda, considerada a maior bolsa de negócios de Angola, é um evento multi-sectorial realizado anualmente, com o objectivo de promover e fortalecer o potencial económico e  atrair investimentos, nacionais e internacionais, capazes de apoiar o desenvolvimento de Angola.
A FILDA é um evento que junta, desde 1983, empresas nacionais e mundiais para expor produtos e serviços.

Dia de Portugal
As cerca de duas dezenas de empresas portugueses que participam da FILDA 2017 voltam a dar a Portugal, como nas feiras anteriores, o título de maior representatividade estrangeira, em busca de novas oportunidades de negócio.
A participação portuguesa, a cargo da Associação Empresarial de Portugal (AEP), com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA) e da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), junta empresas dos sectores da construção, agro-alimentar, engenharia, metalomecânica e cerâmica, habituais exportadoras para o mercado angolano.
Angola é um importante parceiro comercial de Portugal, principalmente enquanto destino das exportações. Ainda que nos últimos anos as exportações tenham registado um ligeiro decréscimo, o saldo da balança comercial é fortemente positivo para Portugal, tendo superado os 2,2 mil milhões de euros, em 2015.

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/feira_de_negocios_abre_na_marginal_de_luanda

 

BRASIL DEVE APROFUNDAR LAÇOS ECONÔMICOS COM A ÁFRICA

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O continente africano é percebido hoje nos meios econômicos e diplomáticos mundiais como “a última fronteira do capitalismo”, e o Brasil precisa superar gargalos nas suas relações com os países africanos
para que participe de maneira mais efetiva deste processo. Este foi o ponto defendido pela diplomata Maria Elisa de Luna durante sabatina nesta quinta-feira (13) na Comissão de Relações Exteriores, quando foi aprovada para o cargo de embaixadora do Brasil em Gana.

gana1.jpgBndeUm dos pontos abordados foi a atuação das empresas brasileiras de engenharia na África, que têm sofrido para manter seus projetos. O senador Armando Monteiro (PTB-PE) disse que elas já estão tendo que recorrer a financiamentos com terceiros, devido à criminalização que no seu entender passou a ocorrer em torno das linhas de crédito com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

– Já estamos perdendo espaço e podemos perder ainda mais espaço no comércio mundial, principalmente na área de serviços de engenharia. Justamente numa área em que temos uma enorme expertise, estão criminalizando o suporte que o BNDES dá a este processo – alertou.

Armando Monteiro acrescentou que ocorre no Brasil o exato oposto do que se verifica na China e na Turquia, cujos governos continuam apoiando suas empresas em projetos de infra-estrutura na África.

Elisa de Luna concordou com a visão expressada pelo senador, acrescentando que Accra, a capital de Gana, teve seu urbanismo transformado para melhor nos últimos anos por causa das inúmeras obras conduzidas pelas empresas brasileiras.

Produtos manufaturados

A diplomata destacou também que o Brasil precisa estabelecer uma política consistente e estruturada de internacionalização de companhias médias e pequenas, passando necessariamente por programas oficiais de apoio por meio de linhas de crédito. Este modelo permitiria ao Brasil otimizar a participação no processo de desenvolvimento da África.

Elisa de Luna reforçou a argumentação, lembrando que tanto com Gana como com outros países africanos, o Brasil consegue ter uma pauta de exportação com presença significativa de produtos industriais ou manufaturados, especialmente do setor agrícola.

No que se refere aos produtos alimentícios brasileiros por exemplo, a diplomata lamenta que muitos chegam a Gana por meio de empresas dos Emirados Árabes. Acrescenta que estes produtos tem muito mais identificação com o gosto dos ganeses e de outras nações africanas do que os produtos europeus, que são mais palatáveis nos climas frios.

Pro caso de ter sua indicação confirmada em Plenário pelo Senado, Elisa de Luna anuncia que outra prioridade será a reconstrução da Casa Brasil em Accra, que fica num bairro pobre da cidade. Esta casa também é conhecida como “Casa Tabom”, e serviu como a primeira casa de ex-escravos brasileiros que retornaram à África ainda no século 19.

Acordos

A CRE também aprovou, na reunião desta quinta-feira, a adesão do Brasil ao Acordo Internacional do Cacau (PDS 46/2017) e ao Acordo Constituinte do Centro de Informação para a Comercialização de Produtos Pesqueiros na América Latina (PDS 11/2017). Também foi aprovado um acordo de cooperação técnica ente Brasil e Etiópia (PDS 87/2016). Todos estes acordos seguem para análise do Plenário do Senado.

http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/07/13/brasil-deve-aprofundar-lacos-economicos-com-a-africa-defende-diplomata

Produção agrícola é prioridade em Angola para a politica monetária

 

O aumento da produção agrícola e da competitividade passam a ser  prioridade da política monetária cambial, declarou sexta-feira, em Luanda, o governador do Banco Nacional de Angola (BNA).

BNA defende um novo ciclo em que a banca comercial esteja ao serviço da produção nacional
Fotografia: Francisco Bernardo|Edições Novembro|
Valter Filipe da Silva, que falava no encerramento do VII Fórum Banca-Regulação e supervisão bancária, promovido pelo Jornal Expansão, estão a ser criados instrumentos de garantia para que as divisas fiquem ao dispor do investimento voltado ao setor da agricultura.
O governador frisou que a política cambial deve continuar a disponibilizar divisas para o mercado, não de uma forma muito administrativa, mas dando maior disponibilidade para o sistema bancário, olhando para o plano de negócio e o plano de crédito dos bancos comerciais para que estas divisas sejam efectivamente para a produção agrícola.
Para o gestor, a prioridade deve ser dada à produção de milho e soja para reduzir a importação da farinha, bem como outros agregados como a ração animal e aumentar a produção de carne.
Na sua óptica,  deve estabelecer-se um diálogo com a Associação Angolana de Bancos (ABANC), sector bancário, fiscal, produtivo e a área comercial para encontro do novo ciclo angolano, cujo motor seja o sistema bancário e não o Estado.
O governador disse que, no contexto actual, é necessário ter um sistema financeiro de inclusão, mas também um instrumento para a justiça social, combate contra a corrupção e favoritismo.
“Se queremos uma prosperidade para todos temos que combater a injustiça social que se faz pela via do sistema bancário, concessão de crédito, regulação, supervisão, branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo, boa gestão, ética e estar ao serviço do povo e da prosperidade”, disse.
O Fórum Expansão visa abordar, em conferências, seminários, palestras, debates, workshops, temas relevantes sobre economia angolana.
No evento, foram debatidos os modelos e tendências mundiais em matéria de regulação e supervisão bancárias com o objectivo de apontar caminhos, sugerir procedimentos, atitudes e comportamentos, contribuindo dessa forma para a afirmação em Angola de bancos sólidos e sustentáveis para o financiamento da economia, ajudando à criação de emprego e geração de riqueza.
Participaram no evento personalidades da finança nacional e internacional, entre governantes, reguladores, banqueiros, empresários, gestores, quadros médios e superiores, académicos e outros especialistas.

BIC antevê baixa nos lucros
O resultado líquido do Banco BIC para este ano pode baixar entre cinco e dez por cento em relação a 2016, ano em que atingiu 7,146 mil milhões de kwanzas. A revelação foi feita, no sábado, pelo presidente da instituição.
Fernando Teles, que falava à Angop à margem do VII Fórum Banca-Regulação e supervisão bancária, fez essa projecção em função do actual quadro da economia do país.
O banqueiro explicou que, embora falte ainda um semestre para o fim do ano, tem consciência que parte dos resultados da banca no país são o efeito cambial e esses não deviam ser contabilizados, mas deviam ir directamente ao aumento da situação líquida.
“ O que acontece é que os bancos têm resultados maiores em kwanzas, mas o seu balanço em dólares está a encolher. Isto é o banco tinha por exemplo 800 milhões de dólares de fundos próprios, mas quando vai ver no final do ano em kwanzas  é superior mas tem em dólares um valor de 600 milhões de dólares.
Neste caso, perdeu 200 milhões de dólares, e isso não foi contabilizado”, esclareceu o bancário.
Fernando Teles disse que fica a aparência de um resultado muito grande mas não é verdade. “Só será assim quando o lucro do efeito da posição cambial for elevado directamente à situação líquida e não for contabilizado como alguns bancos estão a fazer”, referiu.
Fernando Teles disse que o banco emprestou até agora 2,7 mil milhões de dólares às empresas e aos particulares e cerca de 3,2 mil milhões de dólares ao Estado.
O BIC pretende manter o valor do crédito concedido ao Estado e aumentar o crédito às empresas e aos particulares.

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/agricultura_e_prioridade__nas_politicas_monetarias

Chineses estão negociando com empresários lusófonos

Encontro-Empresarios-O encontro de empresários chineses e dos países lusófonos realizado em Cabo Verde levou a concretização de 10 protocolos assinados entre várias empresas e organizações da China e dos países de língua portuguesa.

A China é um dos mais importantes parceiros dos países de língua portuguesa, tendo as trocas comerciais entre os dois blocos atingido os 100 bilhões de dólares em 2016 (cerca de 90 bilhões de euros), segundo dados apresentados no encontro.

O investimento das empresas chinesas nos países lusófonos ascendia a 50 bilhões de dólares (cerca de 40 bilhões de euros), enquanto as empreitadas chinesas nesses países atingiam os 90 bilhões de dólares (cerca de 80 milhões de euros).
Os protocolos assinados preveem o fortalecimento do intercâmbio com a China de Angola e Cabo Verde, a representação do café de Cabo Verde na China, o planeamento, construção e gestão de um hospital privado na cidade da Praia e a criação de uma aliança de serviços jurídicos, entre outros.

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A presidente da Cabo Verde Trade Invest destacou também os encontros bilaterais e os vários contactos recebidos durante o encontro no sentido da abertura de empresas em Cabo Verde para dar tradução prática aos protocolos assinados.

“Senti que há um interesse enorme por Cabo Verde. Este é um passo enorme e a partir daqui vamos seguir em frente juntos”, disse.

Encontro-Empresarios

Mais de 400 representantes de organismos institucionais e empresas da China e dos países lusófonos participaram no Encontro de Empresários para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa

Da reunião saiu a decisão de que Portugal será o país anfitrião do próximo encontro, que deverá decorrer em Lisboa, no próximo ano.

Esta será a terceira vez que Portugal acolherá o encontro, que no ano passado se realizou na Guiné-Bissau com a participação de mais de 30 empresas portuguesas.

O encontro foi realizado em parceria pela Cabo Verde Trade Invest e pelas agências de investimento da China, Macau e países lusófonos.

O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.