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Cristianismo

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Conferência Episcopal dos Camarões denuncia assassinato de bispo

bispo de Bafia, D. Jean Marie Benoît Bala,.jpg
Organismo católico rejeita tese de suicídio adiantada pelas autoridades
Cidade do Vaticano, 14 jun 2017 (Ecclesia) – A Conferência Episcopal dos Camarões defendeu em comunicado que a recente morte do bispo de Bafia, D. Jean Marie Benoît Bala, deve ser tratada pelas autoridades como um “brutal assassinato” e um suicídio.xMgr_Jean_Marie_Benoit_Balla,281,29.jpg.pagespeed.ic.mPuOfNjt8QNuma declaração divulgada hoje pela Rádio Vaticano, o organismo católico diz que este é “mais um homicídio” no país africano, “onde o clero é particularmente perseguido por forças obscuras e malvadas”.jean-marie-mballa-780x440.jpg

No último dia 31 de maio, o carro de D. Jean Marie Benoît Bala foi encontrado sobre uma ponte na localidade Ebebda, mas o bispo não estava no automóvel.

“Guiada por uma estranha mensagem encontrada no banco direito da frente do carro, ao lado da sua identificação e de outros itens pessoais, os bombeiros passaram a realizar buscas no fundo do rio, num trabalho que prosseguiu até a manhã de sexta-feira, 2 de junho”, explica a Rádio Vaticano.

O corpo acabou por ser encontrado por pescadores e foi resgatado pelas forças da autoridade.

Os Bispos da República dos Camarões recordam outras mortes misteriosas e nunca esclarecidas, como a de D. Yves Plumey (Ngaoundéré – 1991), padre Joseph Mbassi (Yaoundé – 1988), padre Antony Fontegh (Kumbo-1990), as irmãs de Djoum – Marie Germaine e Marie Léone – (1992) e o padre Engelbert Mveng (Yaoundé – 1995).

 

 

fonte:http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/internacional/camaroes-conferencia-episcopal-denuncia-assassinato-de-bispo/

Igreja Católica de Moçambique estimula a participação politica

Dom Edgar Penã Parra.JPG

Decorre em Maputo o ciclo de conferências sobre a Doutrina Social da Igreja como força transformadora da sociedade.
Numa palestra proferida pelo Núncio Apostólico em Moçambique, sobre a participação dos cristãos na política, Dom Edgar Penã Parra, disse que os cristãos devem participar na política, promovendo a paz, a harmonia e o espírito de concórdia na sociedade.

Questionado sobre qual o papel da Igreja Católica no processo de restauração da paz efectiva em Moçambique, o Núncio Apostólico respondeu nos seguintes termos:

“Nós temos uma missão muito importante como Igreja importante, temos o dever de falar ao povo moçambicano de reconciliação. A paz não se decreta, a paz é um regalo, é um dom de Deus para o Povo. Estamos satisfeitos com o curso do diálogo para a restauração da paz efectiva em Moçambique”.
Sobre as tréguas militares estabelecidas pelo líder da Renamo, Afonso Dhakama, desde Dezembro do ano passado até o momento, Dom Edgar Penã Parra, acredita não só no prolongamento da trégua, como também numa paz efectiva e duradoura em Moçambique.
“A paz tem dado bons frutos, a alegria, tranquilidade ao povo moçambicano. Os políticos devem continuar a estender esta paz, até que ela seja duradoura e estável”.
Participantes satisfeitos

E os participantes da palestra sobre “A Participação dos Cristãos na Política”, afirmaram terem tirado o maior proveito da aula proferida pelo Núncio Apostólico em Moçambique. A seguir, o Padre António, da comunidade Vila Regia, Paróquia Santíssima Trindade em Maputo:
“A aula do Núncio foi muito iluminadora. Reflectimos sobre a importância dos cristãos a partir da Doutrina Social da Igreja. Como cristãos temos um papel muito importante na vida política”.

Refira-se que o ciclo de conferências sobre a Doutrina Social da Igreja decorre até o dia 9 de Maio próximo e é organizado pela Comissão Episcopal da Justiça e Paz de Moçambique.
por Hermínio José, Maputo.

http://pt.radiovaticana.va/news/2017/05/01/mo%C3%A7ambique_n%C3%BAncio_crist%C3%A3os_participem_na_pol%C3%ADtica/1309284

O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.