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União Magreb Árabe tem comprometido seu crescimento

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Caso a Argélia e o Marrocos conseguissem superar as divergências para manter a parceria com a Tunísia, Líbia e Mauritânia na União do Magrebe Árabe – um bloco de integração econômica e comercial criado em 17 de fevereiro de 1989 -, estariam entre as maiores economias do Oriente Médio.

 

Estimativas do Banco Mundial, indicam que, ao longo dos dez anos até 2015, as economias dos países da União do Magrebe Árabe quase duplicaram em dimensão. Em vez disso, a Argélia cresceu apenas 33 e o Marrocos 37 por cento.

A região noroeste da África continua a ser “a mais isolada do continente”, disse o economista argelino Adel Hamaizia, e, enquanto os países da África subsaariana têm acordos de livre circulação de pessoas, serviços, bens e um mercado comum, a Argélia e o Marrocos constroem barreiras cada vez mais elevadas.

Os dois países partilham uma história comum, tradição gastronômica e arquitetônica, a corrente sunita do islamismo e um idioma árabe misturado com as línguas berbere e francesa.
As exportações de mercadorias de um país para os outros são impedidas pelas barreiras aduaneiras.

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O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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