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Angola

Mercado imobiliário em Luanda continua em alta

Luanda – Funcionários da função pública, trabalhadores das empresas públicas e privadas estão excluídos de concorrer a compra de casas na modalidade de venda público livre, aberta hoje via internet pela Imogestin nas centralidades de Capari (Bengo) e KM44 (Luanda).

CENTRALIDADE DO KM 44 PRONTO PARA ALBERGAR HABITANTES

FOTO: PEDRO PARENTE

Segundo o presidente da Imogestin, Rui Cruz, que falava em conferência de imprensa para prestar esclarecimentos acerca do processo de candidaturas de compra de casas, que durou menos de uma hora, as candidaturas de funcionários públicos e privados que forem detectadas serão retiradas do sistema.

A prioridade nestas duas centralidades (KM44 e Capari) é para cidadãos abrangidos pelo regime de venda pública livre e destina-se apenas a particulares, trabalhadores por conta própria e reformados.

Quanto aos trabalhadores da função pública, empresas públicas e privadas, o processo começa dentro de dois meses e será feito através da própria instituição ou empresa interessada em adquirir habitações para os funcionários.

Hoje, a Imogestin colocou à disposição dos concorrentes 505 habitações na centralidade do KM44 e 813 em Capari.

De acordo com Rui Cruz, nesta primeira fase, foram apenas postas à disposição este número de residências, cujas infra-estruturas exteriores estão concluídas.

As restantes  habitações  só serão  disponibilizadas quando as infra-estruturas  estiverem concluídas. Nesta  altura  haverá  novamente  a  reabertura  de venda ao público livre.

No processo aberto hoje, através do seu portalhttp://www.imocandidaturas.co.ao, a Imogestin  registou em três  horas 30 mil acessos para a busca de informações  sobre o processo de candidaturas.

Quanto aos processos recebidos, os mesmos vão passar para uma  segunda fase para a sua validação (entre 20 a 30 dias).

http://m.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/economia/2017/6/27/Funcionarios-publicos-privados-excluidos-candidatura-venda-livre-habitacoes,2a40eb6f-06bb-430d-854e-11aa8da70a95.html

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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