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Crise humanitária, PALOP

A crise também afetou o Carnaval da Guiné-Bissau

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“Carnaval como factor de inserção social económica” foi o lema escolhido, este ano, para animar a maior festa popular na Guiné-Bissau. O carnaval não escapou às consequências da crise e a um braço-de-ferro entre o governo e a comissão organizadora.

Quatro dias de folia. Muito povo nas ruas. A festa, que deve terminar esta terça-feira, concentra-se em Bissau. O carnaval deste ano ficará na história pelo braço-de-ferro entre a comissão organizadora e o governo devido às verbas para a festa.

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Só à última hora é que o Governo decidiu dar dinheiro para que fosse organizado o tradicional desfile. A comissão organizadora tinha apresentado um orçamento de mais de 200 milhões de francos CFA, cerca de 131 mil euros, mas o Governo mostrou-se indisponível para dar todo esse dinheiro e só na véspera é que o executivo avançou com parte dos fundos.

Às pressas, a comissão organizadora chamou os grupos para um concurso. As oito regiões do interior fizeram-se representar mas, de Bissau, apenas participaram no desfile três bairros: Brá, Chada e Chão de Papel e Chão de Papel, este último vencedor do Carnaval 2017.

O atraso na entrega do dinheiro e a indefinição sobre se havia ou não desfile fizeram com que o carnaval deste ano ficasse aquém das expectativas habituais. Os foliões dizem que tudo foi organizado às pressas.

http://pt.rfi.fr/guine-bissau/20170228-crise-tambem-afectou-o-carnaval-da-guine

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O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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