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Angola tem minérios de ferro, cobre, manganês, titânio, quimberlitos, carbonatitos, ouro, fosfato, zinco, chumbo, alumínio colombita e zirconita

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O ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, participa,  até quinta-feira, na cidade do Cabo, África do Sul, na conferência internacional de minas Indaba Mining, na qual a evolução do sector mineiro angolano é apresentada como um caso de Estudo, soube o Jornal de Angola de fonte oficial.

O Ministério da Geologia e Minas anunciou ontem, em comunicado, que Francisco Queiroz preside, hoje, no Indaba  Angola Business Forúm, a um encontro subordinado ao lema “Planageo e as Oportunidades de Negócios no Sector Mineiro” realizado para atrair a investidores e decisores governamentais, assim como para permitir  a partilha de informação.
O Plano Nacional de Geologia e Minas (Planageo) é uma investigação de recursos minerais – possivelmente a mais ambiciosa de sempre realizada em Angola – que depois de lançado, em 2013, permite ao país conhecer com detalhe de que recursos dispõe, para iniciar um processo de diversificação da produção do sector, por agora assente nos diamantes.

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O comunicado refere que, no espaço do Indaba Mining, Angola apresenta um pavilhão com material de promoção com a estratégia do Executivo para o sector, as operadoras do Planageo e as empresas mineiras de capital privado que operam no mercado nacional.
Em declarações feita  na  quarta-feira com a ministra do Ambiente do Marrocos, Hakima El Haity, em Luanda, Francisco Queiroz declarou que o Planageo está a trazer novidades que apontam para “Angola  ser um país mineiro no futuro”.

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O ministro disse que a interpretação dos dados do Planageo aponta a prevalência de minérios como ferro, metais básicos, cobre, manganês, titânio, quimberlitos, carbonatitos, ouro, fosfato, zinco, chumbo, alumínio colombita, zirconita e fosfato.
O Indaba é um encontro de periodicidade anual que, nesta edição, se debruça sobre temas como os vícios económicos globais, a África e a comunidade mineira, o  financiamento de infra-estruturas  e projectos de parceria com empresas estatais, carvão em mercados emergentes e a criação de valor e desenvolvimento local.
Em paralelo ao evento, é realizada uma  exposição na qual os grandes operadores vão  mostrar o seu potencial em vários domínios da actividade mineira e procurar estabelecer parcerias e, sobretudo, tentar conseguir contratos

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O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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