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Angola, Cultura, Economia, Política

Famílias Angolanas com dificuldade para fazer poupança e investimentos

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A falta de conceitos econômicos mais básicos, para tomar decisões de poupança e investimento, nas famílias, tem causado implicações na economia nacional, afirmou o ministro da Economia.

No ponto de vista do titular das Finanças, que falava quinta-feira no acto de encerramento do V encontro anual de quadros, só com a generalização de hábitos de poupança e investimento se incluem verdadeiramente as pessoas no sistema financeiro, conferindo-lhes, a médio e longo prazo, a necessária robustez.
“Na verdade, o acesso a serviços financeiros desempenha um papel crítico no desenvolvimento, na facilitação do crescimento económico e na redução das desigualdades de rendimento”, disse Archer Mangueira.Ao mesmo tempo, acrescentou,  a inclusão financeira capacita as pessoas pobres para a poupança financeira e a tomada de empréstimos, beneficiando grupos desfavorecidos, tais como as mulheres, os jovens, os mais idosos e as comunidades rurais.
“Se não formos capazes de promover a poupança, como corolário das políticas de rendimentos e preços, não estaremos em condições de reunir, no Mercado de Capitais, o capital de que os agentes empreendedores e o Estado necessitam”, disse.

Poupança

De acordo com  Archer Mangueira, sem uma cultura de poupança e de investimento, se corre o  risco de não se ter no sector segurador o crescimento que se espera dos fundos de pensões, que  exerce uma grande  importância nos mercados de capitais.
Perante os quadros da Comisão de Mercado de Capitais e  representantes do sistema  financeiro angolano, Archer Mangueira disse que apostar numa cultura de poupança e de investimento, precavendo o futuro, é a melhor forma de nos adaptarmos ao “novo normal.”
“Estarmos preparados é a melhor forma de respondermos aos desafios deste tempo novo, que são muitos e muito grandes”, advertiu Archer Mangueira.
No encontro, a Comissão de Mercado de Capitais  apresentou aos “players” do  mercado  financeiro angolano, as suas linhas orientadoras  estratégicas para o quinquénio 2017/2022

http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/ausencia_de_conceitos_basicos_tem_implicacoes_na_economia

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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