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Angolanos celebram o dia da Independência no dia onze de novembro

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Cidadãos residentes no município de Luanda consideram o 11 de Novembro de 1975 como uma data onde os angolanos ganharam a autodeterminação, dignidade, nova vida e união.


Em declarações à Angop, no quadro dos  41 aniversário da Independência Nacional, que se assinala na sexta-feira, disseram que  a efeméride culminou  da luta de resistência armada contra o colonialismo português, sendo, por isso, o bem maior dos angolanos.
” Os 41 anos da independência trouxeram muitos benefícios para o povo angolano, com realce para o reconhecimento da própria nacionalidade, liberdade de expressão, livre circulação de pessoas e bens em todo país, construção de escolas, estradas, entre outros bens”, aponta o morador do distrito urbano da Ingombota, José Manuel Bila.
Já o ancião José Manuel Ferreira, da  Maianga, enaltece o contributo de todos nacionalistas que lutaram para que o país se tornasse livre, reconhecido e independente.
“ Os angolanos devem comemorar a Independência onde estiverem com um bater forte no coração e orgulho”, disse a estudante universitária, Joana Manuel Gonçalves, da Samba.
De acordo com o funcionário público, Matias Adriano André,  do distrito do Sambizanga, desde a conquista da independência, o país entrou numa outra etapa da sua história marcada pelo desenvolvimento de inúmeras áreas da vida social, com realce para a construção e reconstrução de escolas, hospitais e estradas.
Por sua vez, o morador  do Rangel, Marcos de Almeida Pinto, apelou  os cidadãos nacionais, no sentido de primarem sempre pela cooperação e espírito de patriotismo, rumo a preservação da paz, que é dos maiores bens conquistados pelos angolanos, decorrentes da independência de Angola.
No dia 11 de Novembro de 1975, o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, em nome do povo Angolano, proclamou a independência de Angola, transferindo a soberania de Portugal para o Povo Angolano de forma efectiva.
A proclamação ocorreu a meia noite na ex-praça I de Maio, agora da Independência na presença de milhares de cidadãos, numa altura que decorriam forte combates na localidade de Kifangondo, a cerca de 30 quilómetros do local do acto nacional

http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/proposta_do_oge_de_2017_e_discutida_no_parlamento

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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