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Portugal diz que moratória sobre pena de morte é “elemento positivo” da Guiné Equatorial

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O ministro dos Negócios Estrangeiros português defendeu hoje que “um elemento positivo” da adesão da Guiné Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), há dois anos, tem sido o cumprimento da moratória sobre a pena de morte.
 
“Um elemento positivo, do nosso ponto de vista, que resulta da entrada da Guiné Equatorial na CPLP é que a moratória da pena de morte tem sido cumprida.
 
 
Agora, pensamos que vale a pena dar o passo seguinte, que é abolir a pena de morte”, defendeu, em entrevista à Lusa, Augusto Santos Silva, dias antes da XI conferência de chefes de Estado e de Governo, que decorre em Brasília na segunda e na terça-feira
 
. A Guiné Equatorial entrou como membro de pleno direito da CPLP na cimeira de Díli, em julho de 2014, onde foi declarado o apoio dos membros da comunidade lusófona às autoridades equato-guineenses, nomeadamente quanto à “adoção da moratória da pena de morte, até à sua abolição”.
 
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O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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