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Retoma do apoio do FMI seria “balão de oxigênio muito forte” para a Guiné-Bissau Marcelo

fmi-e-guineRebelo de Sousa com o presidente da Guiné Bissau, José Mário Vaz (C), e o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Lopes da Rosa. (Foto: NUNO VEIGA/

Em 2015, o fundo decidiu entregar 22 milhões de euros à Guiné de forma faseada em três anos mas este ano não houve transferências

O ministro da Economia e Finanças da Guiné-Bissau, Henrique Horta, considerou hoje que a retoma do apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) seria “um balão de oxigênio muito forte” que o país esperar agarrar em dezembro. “Seria um balão de oxigênio muito forte para o país”, por motivar também “a retoma da confiança dos parceiros e dos apoios internacionais” de que a Guiné-Bissau “carece muito”, referiu o governante. –

Veja mais em: https://www.dinheirovivo.pt/economia/retoma-do-apoio-do-fmi-seria-balao-oxigenio-forte-guine-bissau/#sthash.RtzWJmBa.dpuf

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O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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