Em declarações à imprensa antes de embarcar para Brazzaville, José Mário Vaz não se alongou quanto aos objetivos da visita ao Sudão, mas sobre o Congo disse ser uma resposta ao convite do “colega e irmão”, Sassou Nguesso, com quem disse, irá passar em revista os temas internacionais e dos dois países.

O chefe de Estado guineense, não precisou quantos dias irá permanecer nos dois países, disse apenas que o líder do Congo, “desde os primeiros momentos, sempre mostrou total abertura” no relacionamento com a Guiné-Bissau.

José Mário Vaz afirmou que, talvez tenha sido convidado por Sassou Nguesso, na sequência de “um bom relacionamento” que este mantinha com os anteriores líderes guineenses, nomeadamente Amílcar Cabral, Luís Cabral e João Bernardo “Nino” Vieira.

O Presidente guineense sublinhou que o facto de Sassou Nguesso fazer questão de o receber na sua terra natal, na região de Edou, “simboliza a amizade” existente entre os dois países, disse.

Questionado pelos jornalistas quanto ao impasse político que se regista no país, nomeadamente o bloqueio no Parlamento, onde os dois principais partidos não se entendem há mais de um mês, José Mário Vaz disse ser um assunto para ser resolvido a nível daquele órgão.

O Parlamento guineense deixou de funcionar há mais de nove meses e há quase dois meses que os partidos não se conseguem entender quanto à marcação do debate para a votação do programa do Governo.

 

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