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Angola, Política

Chefia militar das Forças Armadas Angolanas nega ataques da FLEC em Cabinda


Mapa de Angola
O chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas desmentiu hoje, em Luanda, a ocorrência dos ataques reivindicados pela FLEC/FAC e que no último mês teriam matado 40 soldados na província de Cabinda.
Geraldo Sachipengo Nunda disse que a situação em Cabinda é de completa tranquilidade, negando qualquer ação da FLEC/FAC – Frente de Libertação do Enclave de Cabinda/Força Armadas Cabindesas.
No início deste mês, a FLEC/FAC reivindicou um ataque contra soldados das Forças Armadas de Angola que teria contribuído para um total de cerca de 40 militares mortos.
“As pessoas podem ir até Cabinda, ir ao Miconje, ao Belize, ao Buco Zau, ao Necuto, a todos os sítios de Cabinda, a todas as aldeias de Cabinda, que não houve nenhuma ação”, disse Geraldo Sachipengo Nunda.
Segundo o responsável, as FAC “estão a sonhar”.
“Os órgãos que transmitem essa informação podem ir a Cabinda e verificar que não existe nenhuma verdade”, desafiou a chefia militar angolana.
A FLEC luta pela independência de Cabinda, alegando que o enclave era um protetorado português, tal como ficou estabelecido no Tratado de Simulambuco, assinado em 1885, e não parte do território angolano.
Criada em 1963, a organização independentista dividiu-se em diferentes facções, efémeras, com a FLEC/FAC a manter-se como o único movimento de resistência armada contra a administração de Luanda.
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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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