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Angola, Política

Brasileira do PDT denuncia o golpe, no Brasil, no VII Congresso do MPLA em Angola

 

A brasileira Miguelina Vecchio, líder da Acção da Mulher Trabalhista do PDT, terá feito uma das intervenções mais aplaudidas. Denunciou o “golpe” no Brasil, da necessidade do equilíbrio de gênero e do perigo das alianças políticas. Para a representante do PDT, o MPLA constitui um caso espantoso de um partido que depois de tantos anos de poder consegue ser ainda opção do poder.

Se o MPLA está no Governo há tanto tempo e ainda é opção de poder é porque fez a sua aliança com o povo, disse. Numa referência indirecta à crise política no seu país, em particular ao estopim das divergências entre os partidos que formavam a base governante anterior à saída de Dilma Rousseff, Miguelina Vecchio disse ser “melhor errar junto com o povo do que acertar com as suas elites”.

Ainda lembrou, e dirigindo-se ao Presidente José Eduardo dos Santos, que às vezes o socialismo se esquece de que a aliança que os partidos de esquerda devem fazer é com o povo, porque com as elites costumam custar caro. Figura destacada do movimento feminista no Brasil e na América do Sul, Miguelina Vecchio defendeu mais mulheres no “lugar de direito e no espaço real de poder”.

Vecchio reclamou mais prestígio para as mulheres da OMA e de Angola, de uma forma geral, “porque nenhum governante pode ser efectivamente bom, se não colocar a equidade de género entre homens e mulheres.

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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