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Angola, Política

Estrangeiros participam do VII Congresso do MPLA , em Angola

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Angola convidou  21 pessoas, em representação de partidos, com destaque para Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC, e o político português Paulo Portas. Representantes do Partido Comunista da China, Partido do Trabalho da Coreia do Norte, Frelimo, Partido Congolês do Trabalho, Swapo, PGD da Guiné Conacry, Partido Chama Cha Mapinduzi, da Tanzânia, PDP, do Botswana, delegações da RDC, do Partido Revolucionário da Etiópia, da União do Povo da Guiné Conacry, da Organização da Libertação da Palestina (OLP) também marcaram presença. De Portugal apenas o CDS/PP marcou presença na cerimônia de abertura.

Teresa Leal Coelho, Marco António Costa, vice-presidentes do PSD, e Luís Queiró e Paulo Portas, presidente da mesa do congresso e ex-líder do CDS, respectivamente, são o quarteto de direita que estará presente no 7.º Congresso Ordinário do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), agendado para esta semana, entre os dias 17 e 20 de Agosto, em Luanda. Pela esquerda estarão Carlos César e Ana Catarina Mendes, presidente e secretária-geral adjunta do PS, e Rui Fernandes, membro da comissão política do PCP.

Aguardava-se os representantes do Partido Comunista Português, do Partido Social Democrata e do Partido Socialista.
Em declarações à imprensa, ontem, o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, considerou “uma grande experiência” participar no Congresso do MPLA. O político guineense disse que veio transmitir uma mensagem de confiança do seu povo ao MPLA e que o momento é de partilha e de confiança. “Partidos históricos como o PAIGC e o MPLA, em cada uma das suas celebrações, têm que ser um reconhecimento do passado, demonstrar a sua atualidade, tratar os assuntos do presente e sabermos onde vamos e como é que vamos lá chegar”, disse.
Para a chefe de seção política da União Europeia em Angola, Joana Fisher, trata-se de um “momento importante para o MPLA”, que precisa de um momento de recolhimento para encontrar as soluções que precisa para sair da crise. “A União Europeia está em Angola e quer ser um parceiro importante e fiável. Nós temos muito interesse em ajudar Angola neste período”, disse a diplomata.

E o Brasil parece que ninguém foi convidado para participar do VII Congresso do MPLA. O que mostra que as articulações politico partidárias andam frágeis.

Na IX reunião do Comité Central, que serviu de preparação ao congresso, José Eduardo dos Santos assumiu que o partido entrará “num período de grande reflexão” para avaliar bem o trabalho feito, as falhas, as omissões, os êxitos e as perspectivas a traçar. “Precisamos de uma nova estratégia política, econômica, social, cultural e de segurança e defesa nacional e de recuperação econômica”, disse o chefe de Estado. “Precisamos, também, de uma estratégia eleitoral e de propor, convenientemente, a renovação dos mandatos de todos os órgãos de direção do partido, preservando a sua unidade e coesão”.

 

Fonte:http://jornaldeangola.sapo.ao/politica/vaga_de_fundo_de_apoio_ao_lider

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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