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Economia, PALOP

Dez por cento da população de Cabo Verde trabalha no setor informal

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Quarenta mil pessoas ou 10,5% da população de Cabo Verde em idade activa trabalhavam no setor informal da economia, 85% das quais de forma permanente, de acordo com o relatório relativo a 2015 do Banco de Cabo Verde.
O documento adianta que as atividades informais eram exercidas predominantemente no meio urbano por mulheres com idade média de 40 anos e com um nível de instrução correspondente ao ensino obrigatório (seis anos).
O banco central informa ainda no relatório que o número de unidades de produção informais não agrícolas registou um crescimento de 38% entre 2010 e 2015, que se traduziu no aumento em 27,5% das pessoas a trabalhar no sector.
Os dados do BCV mostram que 40% das unidades de produção informal foram criadas depois de 2009 e que o mesmo aconteceu com o aumento da taxa de auto-emprego (de 82,9% para 86,5%) e dos não assalariados (de 3,2% para 6,8 por cento) na economia informal.
O banco central do arquipélago citou ainda um inquérito realizado pelo Instituto Nacional de Estatística entre finais de Junho e a primeira quinzena de Setembro de 2015 segundo o qual o valor acrescentado bruto das actividades informais ascendia a 12% do Produto Interno Bruto do arquipélago. (Macauhub/CV)
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O Observatório

Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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