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Petrolífera Sasol inicia perfuração de primeiro poço em Inhambane, Moçambique

Nesta fase inicial, treze poços produtores serão perfurados, incluindo um de descarte de água, e as instalações de produção de petróleo e GLP estarão situadas perto da central de processamento existente em Temane.

Petrolífera Sasol inicia perfuração de primeiro poço em Inhambane, Moçambique
Mike Utchings / Reuters

A petrolífera sul-africana Sasol anunciou hoje o início da perfuração do primeiro poço na província de Inhambane, em Moçambique.

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“Hoje, o plano de desenvolvimento da Sasol para a licença do contrato de partilha de produção, na província de Inhambane, Moçambique, atingiu um marco importante com o início da perfuração do primeiro poço”, adianta a empresa, em comunicado, referindo que o plano integra petróleo líquido, GPL e gás.

Nesta fase inicial, treze poços produtores serão perfurados, incluindo um de descarte de água, e as instalações de produção de petróleo e GLP estarão situadas perto da central de processamento existente em Temane.

“A estaca de ancoragem do primeiro poço na área de licença do contrato de partilha de produção reafirma Moçambique como o coração da estratégia de petróleo e gás da Sasol na África subsaariana e fornece uma plataforma a partir da qual será impulsionado o crescimento socioeconômico”, afirma John Sichinga, vice-presidente sénior da petrolífera, no comunicado.

O Conselho de Ministros de Moçambique aprovou em janeiro deste ano o plano de desenvolvimento do contrato de partilha de produção e, pouco tempo depois, a Sasol encomendou um equipamento de perfuração da Société de Maintenance Pétrolière, uma empresa francesa, que chegou ao porto de Maputo em março.

“O plano de desenvolvimento faseado prevê o desenvolvimento de novas fontes de hidrocarbonetos que vão ajudar a impulsionar o crescimento de Moçambique e da África Austral”, refere ainda a empresa, que adianta que a primeira fase está avaliada em 1,4 mil milhões de dólares norte-americanos (cerca de 1,25 mil milhões de euros).

A Sasol afirma ainda que a utilização da infraestrutura existente na área permite “o uso seguro e eficiente dos recursos, enquanto o desenvolvimento em parcelas dos reservatórios complexos é uma abordagem prudente para a oportuna redução de incertezas quanto aos recursos do subsolo e maximização do valor total do projecto”.

http://economico.sapo.pt/noticias/petrolifera-sasol-inicia-perfuracao-de-primeiro-poco-em-inhambane-mocambique_250479.html

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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