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PALOP, Política

Representante da ONU na Guiné Bissau termina missão 

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Miguel Trovoada, representante especial da ONU em Bissau

O representante da ONU na Guiné-Bissau, Miguel Trovoada, despediu-se hoje do Presidente José Mário Vaz, após 20 meses de missão neste país. Aproveitando a presença de jornalistas na sala, recomendou ao chefe de Estado guineense que não seja “árbitro e jogador ao mesmo tempo”, nas questões políticas.

 

Termina hoje, em Bissau, um encontro de dois dias, sob o patrocínio do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), coordenado por Miguel Trovoada, que visa elaborar os termos de um pacto de estabilidade entre os actores políticos guineenses.
Após 20 meses de missão na Guiné-Bissau, como representante do Secretário-geral das Nações Unidas, Miguel Trovoada despediu-se de José Mário Vaz.. Dirigindo-se ao Presidente guineense, no Palácio da Presidência, o representante da ONU aproveitou para deixar uma mensagem, em termos futebolísticos:

“A missão de um chefe de Estado é de ser um árbitro, mas o arbitro não pode ser jogador. Tem ficar equidistante do jogo, jogo em que as regras são pré-estabelecidas antes do início, e não podem ser alteradas no decurso do jogo”.

http://pt.rfi.fr/guine-bissau/20160428-representante-da-onu-na-guine-bissau-termina-missao-em-beleza

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Este observatório é uma iniciativa do Grupo de Estudos Africanos vinculado ao Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (GEA/IREL-UnB), que busca refletir sobre a vida política, social e econômica da África contemporânea, com destaque para sua inserção internacional. Preocupando-se com o continente marcado pela diversidade, o Grupo de Estudos Africanos, por meio do Observatório, propõe um olhar crítico e compreensivo sobre temas africanos, em suas mais diversas dimensões.
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